Já li o livro e vi o filme (233)


Pedro Correia,

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  ZORBA, O GREGO (1946)

Autor: Nikos Kazantzaki

Realizador: Michael Cacoyannis (1964)

A obra-prima do escritor grego cedo fascinou um vasto grupo de leitores, que se foi alargando ao ser adaptada ao cinema, naquele que foi o maior papel da carreira de Anthony Quinn. Fascinante, a cena da dança com Alan Bates numa praia de Creta ao som da partitura de Mikis Theodorakis. Cinco estrelas para livro e filme.

20 comentários em “Já li o livro e vi o filme (233)”

  1. numa praia de Creta

    Bem, aquilo que se vê na fotografia não é propriamente uma praia, mas sim um conjunto de seixos misturados com alguma areia ao pé do mar.

    Para um europeu aquilo classifica-se como praia. Para um português, não.

    (Note-se aliás que os dançarinos estão calçados. Quem dança calçado numa verdadeira praia?)

        1. Na Madeira não há praias? E eu quase jurava que tomei banho numa praia de areia natural na Ponta de S. Lourenço – mas devo estar enganada.
          E também estive numa praia de seixos no Garajau, na Madeira, ou será que foi em Marte?

  2. O filme é um Filme!
    Não consegui ainda distanciar-me o suficiente para ler o livro sem ter Anthony Quinn a bailar-me nos olhos. Aguarda por um dia que chegará talvez mais tarde que cedo.

        1. Acredito, mas primeiro tenho de conseguir arranjar o livro. Em contrapartida fiquei com uma enorme vontade de rever o filme…

        2. Acredito que vá gostar muito do livro.

          Mas há filmes que temos que esquecer para podermos apreciar os livros como se fosse a primeira vez.
          Ou pode acontecer como com os “Orgulho e Preconceito”, da Jane Austen e da BBC: ler um dá vontade de ver o outro e vice-versa.

    1. Às vezes acontece isso. Eu agora também acho que Claire Foy é a verdadeira Rainha de Inglaterra e que Isabel II é uma impostora.

  3. Dá os cinco pontos ao grego Kazantzaki. Parabéns.

    Mas ontem a canção grega merecia passar à final em Lisboa e não a deixaram.

  4. Só li o livro depois de ver o filme e comprar a banda sonora. Apaixonou-me.
    O livro , depois de ver o filme é fantástico.
    O Oscar foi para o professor Higgins. Poderia lindamente ter sido ex aequo para Anthony Quinn.

    1. É verdade, Dulce. Foi o papel do vida do Anthony Quinn. Mais importante ainda do que os filmes que lhe valeram o dois Óscares: ‘Viva Zapata’, de Kazan, e ‘A Vida de Van Gogh’, de Minnelli.

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