Tomem nota: amanhã, às 18.30


Pedro Correia,

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A sessão de lançamento do livro DELITO DE OPINIÃO realiza-se esta quinta-feira, pelas 18.30, na Livraria Almedina, situada no segundo piso do edifício Atrium Saldanha (Praça Duque de Saldanha), em Lisboa.

A obra será apresentada pelo escritor e jornalista Tiago Salazar.

Esperamos lá por vós.

Eu estarei meia hora mais cedo, no átrio central do edifício (junto ao piano), para autografar os exemplares de todos os leitores que contribuíram para esta iniciativa e possam ali comparecer. Aos restantes, a quem foi prometida uma dedicatória personalizada, terei todo o gosto de fazê-lo noutra ocasião – mesmo fora da capital – em local e data a combinar.

E a todos renovo os agradecimentos, em meu nome e dos restantes autores. Este livro é nosso. Mas é também vosso.

21 comentários em “Tomem nota: amanhã, às 18.30”

      1. Até nisso, o olvido!
        Anaïs Nin, de greve?!
        Joyce Mansour, excomungada?!

        Karo Teofrastus, não o supunha capaz de assim marginalizar escritoras 🧐

  1. Pedro, gostaria de estar presente, mas tal não deverá ser possível… apesar de, na quinta-feira, estar em Lisboa, da parte da tarde, mas para um compromisso marcado para as 17.30, que não sei quanto tempo durará, e num local a alguma (considerável) distância da Livraria Almedina do Atrium Saldanha – onde, aliás, foi onde decorreu a apresentação, em 2006, do meu (e do meu amigo Luís Ferreira Lopes) livro «Os Novos Descobrimentos».

    Porém, suponho que estarão a considerar fazer outras apresentações… se sim, algum delas poderá ser, por exemplo, na Feira do Livro?

        1. Devo especificar, e até mesmo corrigir, a sugestão que dei, Pedro, no meu comentário anterior: na Feira do Livro de Lisboa não é necessário, claro, haver uma apresentação para se proceder a autógrafos. Se quiserem e puderem fazê-lo, aconselho-o vivamente, e falo por experiência própria: uma das memórias «literárias» mais gratificantes que guardo é da FdL de 2008, em que estive com quase todos os meus co-autores – incluindo o saudoso João Aguiar – de «A República Nunca Existiu!», à sombra das árvores, em amena cavaqueira… E em que, se mais ninguém vier pedir assinaturas, sempre se pode escrevê-las nos exemplares uns dos outros… 😉

      1. mas só um pouco. Na minha óptica um blogue -ou alguns – não tem como condição necessária o leitor. Mas um livro sem leitores é incompleto em demasia. E o bem do livro vem-lhe do leitor; é ele que o actualiza e nunca dá por definitivo e encerrado.

        1. E há livros míticos cuja mística lhe provem de permanecerem para sempre fechados.

          Diria, ainda mais:

          Um livro cheira tanto pior quanto mais desfolhado…lixo

          1. Digo-lhe que nem toda a gente pensa assim. Vi com estes que a terra há-de comer, Lobo Antunes a cheirar antigos livros seus – desses muito folheados, mas não ainda desfolhados -; e pareceu-me deliciado com o perfume. Além disso, numa crónica sobre Torga, chamou à colação o cheiro que emanava dos seus livros e que designou, salvo erro, de “cheiro a floresta” mas eu chamava apenas “cheiro a madeira”. Fazíamos a aquisição na Feira do Livro numa barraca onde os vendedores eram transmontanos vestidos a rigor e com olhar de fraga. E nenhum juíz ou professor, ou mesmo rei, será capaz de igualar o seu orgulho digno. E depois seguíamos para casa onde os abríamos folha a folha. Tão docemente misteriosos os livros de Torga.

  2. Claro que seria fantástico conhecer os autores presentes na Almedina e ter o meu exeplar ( que já li de ponta a ponta) autografado pelos presentes, mas não é de todopossível.
    Vou estar a acompanhar uma cirurgia que seria para amanhã e foi antecipada.
    Terá que ficar para a Feira do Livro ? (assim espero)

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