Já li o livro e vi o filme (231)


Pedro Correia,

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      CHACAL (1971)

Autor: Frederick Forsyth

Realizador: Michael Caton-Jones (1997)

Um dos melhores thrillers políticos das últimas décadas, centrado num atentado real ao Presidente francês Charles de Gaulle em Agosto de 1963, serviu de base ao fraco “filme de acção” protagonizado por Bruce Willis e Richard Gere. Com a França transposta para os EUA. O livro é incomparavelmente superior.

28 comentários em “Já li o livro e vi o filme (231)”

  1. Muito antes deste fraco filme norte-americano, em 1973, sob a direcção de Fred Zinnemann, foi exibido um filme franco/britânico, ‘O Dia do Chacal, seguindo o guião aproximado do livro, esse um excelente livro.

  2. Sobre o mesmo livro existe também um filme de 1973, de Fred Zinnemann, com Edward Fox no papel do Chacal e um excelente Michael Lonsdale no papel do comissário da policia.

    https://pt.wikipedia.org/wiki/The_Day_of_the_Jackal

    Nostalgia à parte, gosto mais da versão do Zinnemann, que revi há poucos meses num canal de tv.

    1. É possível, José António. Eu li o livro bastante depois da adolescência e vibrei com ele.
      Inspirado no atentado a De Gaulle, concebido e concretizado por membros da OAS.
      O filme de 1997 descola quase por completo do livro. De tal maneira que Forsyth recusou ver o seu nome reproduzido na ficha técnica como autor da obra original.

      1. Sobretudo defendeu de futuras infelicidades os que morreram em Paris em consequência da bomba que esse grande democrata, com lhe chama, lá lançou.
        Não sei se já viveu em cidades onde o terrorismo usa o ataque a inocentes para chantagear os poderes instituídos. Eu já tive uma bomba no prédio onde trabalhava, já fugi do metropolitano onde havia ameaça de bomba, entre outras situações menos traumatisantes, apesar de tudo. E isto em cidades diferentes onde eu trabalhava sem nada ter a ver com política.
        Não seja tão ligeiro a falar de terroristas porque nunca sabe quando uma dessas situações lhe vai cair em cima ou de alguém que lhe é próximo.

        1. A incapacidade para entender uma expressão irónica é um traço marcante dos nossos dias, potenciado pelas chamadas redes sociais.
          Fernando Pessoa chamava-lhe “provincianismo mental”. Presto aqui homenagem à douta definição do poeta.

          1. Aí que culto e que ironia tão erudita! Vê-se que já viajou até Badajoz.

          2. Aí que culto e que ironia tão erudita! Vê-se que já viajou até Badajoz

          3. Já que a minha primeira resposta- verdadeiramente irónica- não foi publicada, vamos a ver o que acontece com a segunda. Ei-la:
            Fernando Pessoa chamava “provincianismo mental” ao “traço marcante dos nossos dias, etc etc”? Tem a certeza? E como chamaria ele ao pretensiosismo de ser irónico em quem não sabe ter ironia?

  3. Esta versão do filme nada tem a ver com o livro. O livro conta a tentativa assassinato de Charles deGaulle o presidente francês, por um assassino contratado pelos antigos combatentes franceses da Argélia. Existe um filme mais antigo dos anos 70 salvo erro ( do qual não me recordo do nome ) esse sim original ao livro

      1. E este é o problema da moderação de comentários: 127 repetições de resposta! 🙂

        Mas o Chacal do Bruce é mesmo muito, muito mau.

        Forsyth é muito, muito bom.

      2. E para o caso de ter saído anónima, anónima me mantenho mas assino Sarin – neste e no anterior.
        Terá sido um dos tais “happenings” – e este é um “just in case”.

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