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CHACAL (1971)
Autor: Frederick Forsyth
Realizador: Michael Caton-Jones (1997)
Um dos melhores thrillers políticos das últimas décadas, centrado num atentado real ao Presidente francês Charles de Gaulle em Agosto de 1963, serviu de base ao fraco “filme de acção” protagonizado por Bruce Willis e Richard Gere. Com a França transposta para os EUA. O livro é incomparavelmente superior.

Muito antes deste fraco filme norte-americano, em 1973, sob a direcção de Fred Zinnemann, foi exibido um filme franco/britânico, ‘O Dia do Chacal, seguindo o guião aproximado do livro, esse um excelente livro.
Sim, mas esse filme eu nunca vi. Só vi este, que é de facto muito fraco.
Gostei do filme, mas como diz, o livro é supeior, o que neste tipo de acção acontece frequentemente.
Muito superior. É aliás um dos melhores livros no seu género. E tem sido muito imitado desde então, como se compreende.
Ena, deixei uma data de anonimidades por aí, caramba !
Sobre o mesmo livro existe também um filme de 1973, de Fred Zinnemann, com Edward Fox no papel do Chacal e um excelente Michael Lonsdale no papel do comissário da policia.
https://pt.wikipedia.org/wiki/The_Day_of _the_Jackal
Nostalgia à parte, gosto mais da versão do Zinnemann, que revi há poucos meses num canal de tv.
Acredito, mas esse filme nunca vi. E gosto muito do realizador Fred Zinnemann, autor – entre outros – de ‘Até à Eternidade’ e ‘Um Homem Para a Eternidade’.
Caro Pedro Correia existe uma versão creio que francesa muito mais fiel ao livro.
WW
Sim, uma versão já referida por outros leitores.
Infelizmente, nunca a vi.
O filme de 1973, realizado por Fred Zinnemann, é bastante melhor do que a versão com o Richard Gere. E talvez ainda melhor do que o livro (apesar de eu ter adorado o livro, quando o li na adolescência). ef_=nv_sr_1
https://www.imdb.com/title/tt0069947/?r
É possível, José António. Eu li o livro bastante depois da adolescência e vibrei com ele.
Inspirado no atentado a De Gaulle, concebido e concretizado por membros da OAS.
O filme de 1997 descola quase por completo do livro. De tal maneira que Forsyth recusou ver o seu nome reproduzido na ficha técnica como autor da obra original.
O livro que deu o cognome a Ilich Ramírez Sánchez
É verdade. Esse grande democrata, defensor da classe operária e dos oprimidos em geral.
Sobretudo defendeu de futuras infelicidades os que morreram em Paris em consequência da bomba que esse grande democrata, com lhe chama, lá lançou.
Não sei se já viveu em cidades onde o terrorismo usa o ataque a inocentes para chantagear os poderes instituídos. Eu já tive uma bomba no prédio onde trabalhava, já fugi do metropolitano onde havia ameaça de bomba, entre outras situações menos traumatisantes, apesar de tudo. E isto em cidades diferentes onde eu trabalhava sem nada ter a ver com política.
Não seja tão ligeiro a falar de terroristas porque nunca sabe quando uma dessas situações lhe vai cair em cima ou de alguém que lhe é próximo.
A incapacidade para entender uma expressão irónica é um traço marcante dos nossos dias, potenciado pelas chamadas redes sociais.
Fernando Pessoa chamava-lhe “provincianismo mental”. Presto aqui homenagem à douta definição do poeta.
Aí que culto e que ironia tão erudita! Vê-se que já viajou até Badajoz.
Alguns anónimos devem pensar que um comentário duplicado equivale a uma assinatura.
Mas não vale. Nem aqui nem em Badajoz.
Aí que culto e que ironia tão erudita! Vê-se que já viajou até Badajoz
Já vi que gagueja, repetindo o que escreve. Mas olhe que isso tem cura.
Já que a minha primeira resposta- verdadeiramente irónica- não foi publicada, vamos a ver o que acontece com a segunda. Ei-la:
Fernando Pessoa chamava “provincianismo mental” ao “traço marcante dos nossos dias, etc etc”? Tem a certeza? E como chamaria ele ao pretensiosismo de ser irónico em quem não sabe ter ironia?
Se “viu” que teve alguma resposta não publicada, aconselho uma deslocação célere à multiópticas.
Que cultura, que ironia erudita!
E já estou farta desta desconversa. Bom fim de semana.
Bom fim de semana para si também.
Esta versão do filme nada tem a ver com o livro. O livro conta a tentativa assassinato de Charles deGaulle o presidente francês, por um assassino contratado pelos antigos combatentes franceses da Argélia. Existe um filme mais antigo dos anos 70 salvo erro ( do qual não me recordo do nome ) esse sim original ao livro
O filme intitula-se ‘O Dia do Chacal’. Calculo que seja bem superior. E gostava de o ver um dia. Até hoje não calhou.
E este é o problema da moderação de comentários: 127 repetições de resposta! 🙂
Mas o Chacal do Bruce é mesmo muito, muito mau.
Forsyth é muito, muito bom.
E para o caso de ter saído anónima, anónima me mantenho mas assino Sarin – neste e no anterior.
Terá sido um dos tais “happenings” – e este é um “just in case”.