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A AMANTE DO TENENTE FRANCÊS (1969)
Autor: John Fowles
Realizador: Karel Reisz (1981)
Este romance magistral – que a Time incluiu nos cem melhores de língua inglesa entre 1923 e 2005 – deu origem a um filme, tão denso e mais labiríntico, com argumento de Harold Pinter, futuro Nobel. Entre as duas versões, escolho o livro.

Um dos meus filmes de vida. O primeiro que vi com essa indefenível, camaleónica actriz chamada Maryl Streep. Foi há milénios, no Cinema São Jorge, e não mais esqueci o filme nem a actriz, fiquei fan para sempre. Percebi de imediato ( tão novinha e tão perspicaz …. ehehe ) uma mudança de paradigma na arte de representar.
Talvez para não contaminar o clima perfeito do filme, nunca me interessei por ler o livro. Longa vida a MS!!
Percebo, mas o livro é excelente.
Upssss, essa fan de carteirinha da MS sou eu (para além de toda a torcida do Benfica, lógico …) não sei porque vira e mexe sai anónimo …
Lembro-me do filme.
Visto em casa, não teve talvez a pujança que teria num ecrã de cinema – e por isso não terá sido tão apreciado como deveria. Talvez esteja na hora de rever – em televisão, de novo, mas agora com ecrã plano, pois então!, que nestas coisas de cinema a maturidade do televisor também conta…
Não li o livro.
Mas li “A amante inglesa”, da Marguerite Duras. Em miúda, pensando estar a pegar no “A amante do tenente francês”. Cómica a situação. E o livro. Bem escrito – e bem relido. Recomendo 🙂
Sim, este filme bem merece ser visto em tela cinematográfica.
Quando a essa obra da Duras, não li o livro nem vi o filme.
Dessa da Duras (ainda) não há filme.
Daí eu nunca o ter visto.
Vi o filme. Gostei bastante.
É um belo filme. De um grande realizador, hoje bastante esquecido.
Eu li o livro e adorei o filme.
A Meryl Streep como é habitual, é a Sarah , é a Anna… de referir que o Jeremy Irons não se fica atrás.
O livro é mais interessante e prende do princípio ao fim.