Já li o livro e vi o filme (199)


Pedro Correia,

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  VIVER E DEIXAR MORRER (1954)

Autor: Ian Fleming

Realizador: Guy Hamilton (1973)

Provavelmente o melhor livro de aventuras escrito por Ian Fleming. Acção trepidante, bem transposta para o cinema, marcando a estreia de Roger Moore no papel do agente 007. Prefiro o filme, até por ter uma das mais belas Bond girls de sempre: a actriz britânica Jane Seymour.

8 comentários em “Já li o livro e vi o filme (199)”

  1. É verdade. Quero dizer, concordo consigo Pedro. Também penso que este é o melhor James Bond que li e um dos melhores da série Roger Moore, que, no meu ver de leiga espectadora, preenche totalmente o meu imaginário de leitora, no que toca à personagem.
    Lamento discordar dos Seanconneryólogos, dos Piercebrosnanólogos e dos Danielcraigólogos ( que afinal são os únicos que contam minimamente).
    Como crente no Voodoo, pois duvidar da sua existência seria duvidar de mim, que me deparo diariamente com Zombies que desconhecem que o são ( coisa arrepiante muito ao estilo 6o sentido) , muito me apraz poder rever e sorrir e pensar que não há título que se aplique melhor às gentes de hoje, live and let die.

      1. O Peter ? … ah pois, os galos pretos !!! E os antitabagistas por causa do Cohibas, e os abstémios por causa do rum e… e…
        Será que os do PAN nunca provaram uma boa cabidela ? (que é coisa que não deviam ter por cá, na minha humilde opinião)

  2. Roger Moore teve as melhores histórias mas não era grande actor e alguns filmes estão verdadeiramente mal feitos. Acho que o melhor de todos é Craig — mais próximo de Sean Connery na pinta e na maneira de estar — ajudado por técnicas mais avançadas de fazer filmes.

    1. Podia não ser um excelente actor, mas o Sean Connery era um agente muito bimbo com algum arcaboiço , desculpe lâ , V. Aquilo que se chama a diamond in the rough, que se rornou uma bela gema, um tawny brega que virou um Porto Vintage, sei lá. Mas não era o Bond dos livros.
      O Craig é muito trombudo e pouco fleumático. Um dark Bond, a léguas da criação de Fleming, e como actor, ainda não deu provas por aí além.
      Faltou a Moore a bendita tecnologia, porque a imaginação estava foram lá.

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