Já li o livro e vi o filme (169)


Pedro Correia,

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EXODUS (1958)

Autor: Leon Uris

Realizador: Otto Preminger (1960)

A saga do regresso dos judeus à Terra Prometida após dois mil anos de perseguições deu origem a este monumental romance, o maior sucesso de vendas nos EUA desde E Tudo o Vento Levou. Os bons desempenhos de Paul Newman e Eva Marie Saint não dão grande alento ao filme, mais conhecido pela banda sonora de Ernest Gold.

0 comentários em “Já li o livro e vi o filme (169)”

  1. regresso dos judeus à Terra Prometida após dois mil anos de perseguições

    Não houve regresso. As pessoas que para lá foram nunca lá tinham estado, portanto não regressaram. Seria melhor dizer “migração”.

    Não foram dois mil anos de perseguições. Na maior parte do tempo e na maior parte dos lugares, os judeus não foram perseguidos. Nos países árabes, em particular, nunca foram perseguidos. Mesmo na Europa, as perseguições foram esporádicas.

    1. Nos países árabes, em particular, nunca foram perseguidos.

      E temos o Luís Lavoura a mentir descaradamente. Podemos começar com Mahome?

  2. Pena terá sido que Vexa não tenha lido o livro e tenha visto o filme (faltou ao seu apanágio)… Devia ser ainda puto.

    1. Vi o filme na TV, há mais de vinte anos – e não me impressionou. Apesar de gostar muito da actriz principal. E de conhecer bem a banda sonora, desde miúdo, sobretudo na versão francesa cantada por Edith Piaf: “Ils sont partis dans un soleil d’hiver / Ils sont partis courir la mer / Pour effacer la peur, pour écraser la peur…”
      O livro, li-o finalmente há meses. Procurei-o durante anos, mas só o encontrei enfim no mercado em segunda mão, cada vez com mais procura.
      Gostei bastante mais do livro do que do filme. Embora tenha cerca de 800 páginas. Se fosse eu o autor, ou o editor, ter-lhe-ia cortado pelo menos duzentas.

  3. Eu cá não sou de intrigas, mas o nariz do outro caramelo (na foto) é quase do tamanho da cabeça do Paul Newman.

  4. Um excelente livro de um excelente autor bastante desconsiderado .
    O filme é muito bom. Vi-o pela primeira vez há muito tempo no cinema com o meu pai, depois mais tarde na tv, numa maratona em homenagem póstuma a Paul Newman. Acabei por conseguir uma excêntrico cópia a que posso volta sempre.
    Para além da acção de primeiro plano, demonstra que só mesmo a política e interesses financeiros para minar, destabilizar e arrasar com uma coabitação pacífica e de inter-ajuda.

    1. É um livro que nos ensina muito – muito, mesmo – sobre a história remota e contemporânea do Médio Oriente em geral e da Palestina e do Estado de Israel em particular. Um livro que me levou a comprar outros livros para aprofundar o tema. ‘Jerusalém’, de Simon Sebag Montefiore, por exemplo.

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