JÚLIO CÉSAR (1623)
Autor: William Shakespeare
Realizador: Joseph L. Mankiewicz (1953)
Shakespeare tem sido muito bem tratado no cinema. Uma das melhores adaptações das suas peças foi esta obra-prima da política como antro de cobiça e traição. Com um inesquecível Marlon Brando no papel de António. A reler e a rever, sempre.

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Excelentes páginas. Um pormenor maior que retive desta tragédia: a volatilidade da opinião do povo de Roma. Não sei se está no filme porque não vi (deve estar: é um dos temas centrais para lá da história propriamente dita).
Tema central. Ponto culminante é o discurso fúnebre de Marco António, que começa por criticar César para afinal elogiá-lo e virar as massas a favor do dirigente assassinado.
Uma obra-prima da oratória de todos os tempos.