O FEITICEIRO DE OZ (1900)
Autor: L. Frank Baum
Realizador: Victor Fleming (1939)
Este clássico instantâneo da literatura infantil tinha todos os ingredientes para gerar um grande filme. Assim foi: a película já deslumbrou sucessivas gerações de cinéfilos em demanda da terra que fica do lado de lá do arco-íris.

![image[1].jpg image[1].jpg](http://1.fotos.web.sapo.io/i/Bfa09534c/19296993_Zty4p.jpeg)

Um filme absolutamente delicioso, com uma Judy Garland em estado de graça e uma canção inesquecível. Nem sei quantas vezes o terei visto.
Quanto ao livro apenas li uma versão resumida e ilustrada, que comprei para oferecer a uma criança juntamente com o filme.
🙂 Antonieta
É um livro infantil, sem qualquer pretensão para além de recriar de algum modo os cenários maravilhosos das velhas histórias dos Grimm e de H. C. Andersen. Mas um adulto também gosta de os ler, certamente. O filme é um deslumbramento do princípio ao fim. E – sim, Antonieta – com uma Judy Garland em estado de graça, ainda no lado solar da vida. O lado lunar viria depois.
Imperdíveis. Ontem, hoje e amanhã.
Muitas vezes dou por mim a trautear ‘We’re off to see the wizard’ – uma das canções da minha vida.
Because, because, because, because, because
Because of the wonderful things he does
Estou mortinha para Dorothizar a minha. É impossível não gostar .
Pode ser que o gosto pelas minhas “antiguidades” tenha pulado uma geração 🙂
Vi várias vezes o filme com a minha filha, ainda pequenina, e tornou-se logo um dos favoritos dela – juntamente com a ‘Mary Poppins’.
O que se passou nas filmagens foi feio demais.
Custou-lhe a vida.
https://www.youtube.com/watch?v=ss49euDq wHA
Muitas crianças-prodígio de Hollywood sofreram problemas de diversa ordem, ligados com o excesso de trabalho, a competição desenfreada e o comércio despudorado da sua imagem.
Por vezes esses problemas eram potenciados pela pressão da própria família, com a ganância de ganhar muito dinheiro em pouco tempo à custa do trabalho da meninas e dos meninos.
Judy Garland cresceu cedo de mais: não a deixaram viver a infância e a adolescência com um mínimo de normalidade. Viria a ressentir-se disso – e de que maneira – sobretudo a partir de 1950, já com dois casamentos falhados.