Já li o livro e vi o filme (121)


Pedro Correia,

4_evangelhos[1].jpg

superstarforweb_2268824a[1].jpg

 

OS QUATRO EVANGELHOS

Filme: Jesus Cristo Superstar (1973)

Realizador: Norman Jewison

Os últimos dias da vida de Cristo transpostos para o musical de Andrew Lloyd Webber e Tim Rice resultaram também num sucesso cinematográfico. Com Ted Neeley no papel de Jesus em versão pop. E canções que toda uma geração cantou: “This Jesus Must Die”, “I Don’t Know How to Love Him’ e ”Superstar’.

0 comentários em “Já li o livro e vi o filme (121)”

  1. É evidente que os livros estão muito acima do filme que é contudo um belíssimo filme, ou musical. O filme tem o mérito de colocar em evidência os anseios, os receios e as hesitações de Cristo e seguidores, que são afinal a de todos nós. Excelente música e interpretações.

  2. Perdi a conta às vezes que vi este filme no cinema, em K7 e em DVD.
    E antes do filme chegar cá, costumávamos cantar as canções do LP que um amigo do meu grupo tinha trazido de Londres quando foi ver o musical.
    Ainda hoje as sei de cor.
    🙂 Antonieta

    1. As músicas – várias das quais sei de cor – ouvi-as também, vezes sem conta, numa cassete dupla da banda sonora do filme. Estava na moda a ‘opera rock’, género que parece ter desaparecido sem deixar rasto.

      1. O que eu ouvia era com o primeiro elenco da ópera rock de Londres. Já não recordo bem, mas penso que a Maria Madalena e o Judas eram os mesmos do filme e o Jesus Cristo era outro. Claro que depressa me habituei às novas vozes, até porque também comprei o duplo álbum.
        Agora já não consigo decorar canções…
        🙂 Antonieta

      2. Tenho pena que a ópera rock tenha ” passado de moda”.
        Lembro- me de ver o Godspell no Villaret em 75 e ficar encantada.

        Os musicais, por muito bem conseguidos que sejam, não são óperas rock.

        Já vi o Cats 3 vezes. Depois de ter lido o livro há uma data de anos, vê-lo tão fantásticamente transposto para o palco, é sempre mágico
        Vou coleccionando os que encontro… E tenho encontrado bastantes, felizmente. 🙂

        1. Na década de 70 estava no auge. Ficaram testemunhos no cinema, felizmente: lembro-me do ‘Tommy’ e de ‘Quadrophenia’, por exemplo.
          Soava tudo tão a novo então…
          Julgo que o género será reavivado, mais ano menos ano: o vento das modas tão depressa leva como traz.

  3. Comprei o duplo vinil em Londres em 74. Foi o presente de aniversário que me ofereci. Decorei tudo. T-U-D-O. Com aquele entusiasmo que só uma excelente banda sonora e a adolescência conseguem produzir.
    Ainda hoje é um dos filmes da minha vida, um dos álbuns da minha vida e o livro das nossas vidas.
    Só tenho que tomar atenção às minhas humming versions, porque por vezes dou por mim a entoá-las mais alto do que devia, bem no meio do supermercado, tendo a família desertado para o mais longe possível.

    1. Nada mais saudável do que isso, Dulce. É sinal de vitalidade e optimismo.
      O filme, creio, é muito geracional. Interrogo-me como o verão hoje os espectadores que têm a idade que nós tínhamos quando o vimos pela primeira vez.

      1. Não é um filme que passe frequentemente na televisão , mesmo na Páscoa, quando os filmes de carácter religioso são mais do que muitos e repetidos ano após ano. Tenho-o em DVD. Comprei assim que o vi. A descendência viu e gostou. Vai vendo sempre que dá na TV. As músicas são de ouvir e ouvir de novo e as letras primam pela excelência da actualidade com que contam uma história milenar que afinal é a nossa.
        Creio que não há canção neste filme da qual não reconheçamos os acordes de imediato, independentemente da mistura a que tenha sido sujeita.
        O realizador produziu algo completamente “chocante” para a altura, mas que por isso mesmo se tornou intemporal.

        1. Olá, Dulce.
          Para além do dvd do Norman Jewison acima referido, tenho um outro com a versão para palco, realizada por Gale Edwards em 2000.
          O LP é que já não tenho, desfiz-me dos vinis há muitos anos…
          Bom fds!
          🙂 Antonieta

          1. Viva Antonieta.

            Em CD, só tenho mesmo o do filme do Norman Jewison.
            Antes do duplo álbum do filme, ofereceram-me um LP supostamente o primeiro gravado da produção, em que Jesus Cristo era interpretado por um dos meus ídolos do rock, o Ian Gillan dos Deep Purple. Desse já sabia muito de cor, mas o filme foi tão alternativo para 1974 que me deslumbrou totalmente.
            Beijinhos e BFS 🙂 🙂

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *