MOBY DICK (1851)
Autor: Herman Melville
Realizador: John Huston (1956)
Tarefa quase impossível: passar ao cinema o épico de Melville, uma das obras-primas da literatura universal. Huston foi bem-sucedido, com Gregory Peck no papel do capitão Ahab. Mas é ao livro que mais apetece voltar.

![imagem[2].jpg imagem[2].jpg](http://5.fotos.web.sapo.io/i/Bde0816a0/19211783_VdIRN.jpeg)
![Gregory-Peck-in-Moby-Dick-001[1].jpg Gregory-Peck-in-Moby-Dick-001[1].jpg](http://7.fotos.web.sapo.io/i/B5d040bb5/19211776_lHH2N.jpeg)
No meu 11º aniversário, faz por estes dias 54 anos, tive como presente dos meus Pais um livro. Um livro enorme com quatro histórias: “Os Irmãos Corsos”, “As Viagens de Gulliver”, “Memórias de um Burro” e “Moby Dick”.
Lembro-me como se fosse hoje, que li Moby Dick, a primeira história do livro, de fio a pavio durante uma tarde e parte da noite. Não descansei enquanto não cheguei ao fim.
Também gostei do filme e do soberbo Ahab feito por Gregory Peck. Mas estou como o Pedro: é ao livro que apetece voltar, e é já hoje!
Nota: Gregory Peck também interpretou no cinema um dos heróis da minha adolescência, com base numa colecção de livros de C. S. Forrester: o Capitão Horácio Horblower, oficial da Royal Navy nos tempos do Lord Nelson. Imperdivel!
Esse não conheço, Alexandre. Mas confesso que gostava de conhecer. Do Forrester só li ‘A Rainha Africana’ (e vi e revi o magnífico filme, com Bogart e Hepburn).
Está aqui
https://www.youtube.com/watch?v=Qtqwbcmf 8TM
Mas os livros são fantásticos, porque contam a história deste marinheiro desde o seu primeiro embarque como jovem grumete, até chegar a comandante dos navios de guerra da Royal Navy.
O tema da relação entre o homem e o mar é algo que sempre me fascinou. Julgo que sucede o mesmo com a generalidade dos portugueses. Não custa entender porquê.
Capitão Horácio Hornblower…
Eu também li o livro e vi o filme, mas foi há tanto tempo que não saberia dizer de qual gostei mais.
Tanto livro a precisar de releitura, tanto filme a rever, tantos livros e filmes novos à espera de vez…
E ainda bem!
🙂 Antonieta
É verdade, Antonieta. E uns livros puxam por outros. Mencionar o ‘Moby Dick’ fez-me sentir vontade de reler ‘Mau Tempo no Canal’.
Vi o filme . Vi até mais do que uma vez. O livro leio de vez em quando. Não é escrita que canse ou entedie .
Este livro é daqueles que merecem, sem favor algum, a definição de clássico. Ou seja – como nos ensinou Italo Calvino – uma daquelas obras que “nunca acaba de dizer o que tem a dizer”.
O filme já o vi duas vezes, uma legendado em catalão 🙂 o livro já o pensei ler por me dizerem que tem muitas informações sobre a baleação, até porque soube recentemente que sou bisneto de baleeiro Açoriano que praticou essa atividade na região de Boston.
Há várias referências aos Açores e aos açorianos em ‘Moby Dick’, Carlos.
O livro é fantástico. Ainda hoje consigo ouvir as pancadas da perna do capitão no convés. Desconfio que os jovens de hoje não consigam ler e entender o livro. Não me lembro se cheguei a ver o filme completo.
Muito sugestiva, essa passagem. A grande literatura é assim: capaz de nos transmitir imagens que nos perduram na memória.
Óscar para Ray Bradbury.
Para os curiosos: “Green Shadows, White Whale”.
E ainda: “Leviathan 99”.
Não sabia, Sampy. E gostei de saber.
Cometi o erro, cabe-me repor a verdade: afinal, Bradbury não chegou a ser premiado com nenhum Óscar. O que ele possuía foi ganho por outro.
É um escritor que muito aprecio. Aliás como dei nota aqui: andes-romances-12-6498060
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/gr