Impressões alemãs (10)


Cristina Torrão,

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Pinturas em edifícios, na cidade de Constança

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Alguns pormenores deste último:

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O imperador Frederico Barbarossa assina a paz com os Lombardos, em 1183

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Entrada do imperador Frederico II em Constança, 1212

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Combate contra os espanhóis em 1548

8 comentários em “Impressões alemãs (10)”

  1. Presumo que Constança não tenha sido bombardeada durante a Guerra.
    Em Varsóvia também há pinturas em edifícios, mas que foram reconstruídos após a Guerra.

    1. De facto, não foi bombardeada. Constança fica na fronteira entre a Alemanha e a Suíça. De uma das vezes em que lá estivemos, fomos a pé até à Suíça, onde entrámos sem sermos controlados, apesar de haver uma fronteira com guardas (a Suíça não pertence à UE). Pelos vistos, não acharam necessário incomodar um casal com uma cadelita pela trela

      Diz-se que os habitantes de Constança deixaram as luzes acesas, numa noite de bombardeamento, à semelhança do que faziam os suíços, e confundiram os aliados. Mas há quem tenha dúvidas quanto a esta versão.

      1. Não pertence à UE mas pertence ao Espaço Shengen. Pode-se transitar livremente. Mas cuidado com as latas de salsichas.

        1. Pertence, de facto, obrigada pela correcção. Fui induzida em erro, porque, apesar de se poder transitar livremente, a Suíça costuma ter guardas fronteiriços, ao contrário de outras experiências que faço nos países da UE: nem sequer notávamos ter mudado de país, não fossem as placas com os seus nomes.

  2. o II «Esteve em luta quase constante com os Estados Papais e, apesar de excomungado duas vezes, tomou parte na Sexta Cruzada, que conduziu como diplomata e não como guerreiro. Inocêncio IV destituiu-o no Concílio de Lyon. O papa Gregório IX chegou a chamá-lo de Anticristo e, provavelmente por isto, quando morreu, surgiu a ideia de que ele voltaria a reinar de novo em mil anos.»
    « Depois do Primeiro Reich (ou Sacro Império Romano-Germânico), de 962 a 1806, e do Segundo, de 1871 a 1918, e principalmente devido à humilhação que se traduziu com a queda do imperador Guilherme II no fim da Primeira Guerra Mundial e todas as imposições que a nação alemã teve que aceitar incondicionalmente, Adolf Hitler alimentou o sonho de um Terceiro Reich », o dos 1.000 anos

    1. De facto, e apesar de a Querela das Investiduras já ter sido sanada ao tempo de Frederico II, os reis/imperadores alemães sempre tiveram uma relação bastante conflituosa com o papado. No entanto, não foram eles os únicos a serem excomungados. Os papas da Idade Média usavam e abusavam da excomunhão como arma política.

      Mas tem razão quanto a Hitler. Os imperadores alemães (ou será melhor dizer franco-alemães, pois tudo começou com Carlos Magno) consideravam-se os sucessores dos imperadores romanos, no Ocidente. Não só Frederico II serviu de inspiração. O meu sogro sabia cantar uma canção de elogio ao Barbarossa que as crianças e os jovens cantavam na escola, no tempo do nazismo.

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