
Pinturas em edifícios, na cidade de Constança


Alguns pormenores deste último:

O imperador Frederico Barbarossa assina a paz com os Lombardos, em 1183

Entrada do imperador Frederico II em Constança, 1212

Combate contra os espanhóis em 1548

Pinturas em edifícios, na cidade de Constança


Alguns pormenores deste último:

O imperador Frederico Barbarossa assina a paz com os Lombardos, em 1183

Entrada do imperador Frederico II em Constança, 1212

Combate contra os espanhóis em 1548
Muito obrigada por esta tão bela partilha!
De nada, Ana. Beijinho.
Presumo que Constança não tenha sido bombardeada durante a Guerra.
Em Varsóvia também há pinturas em edifícios, mas que foram reconstruídos após a Guerra.
De facto, não foi bombardeada. Constança fica na fronteira entre a Alemanha e a Suíça. De uma das vezes em que lá estivemos, fomos a pé até à Suíça, onde entrámos sem sermos controlados, apesar de haver uma fronteira com guardas (a Suíça não pertence à UE). Pelos vistos, não acharam necessário incomodar um casal com uma cadelita pela trela
Diz-se que os habitantes de Constança deixaram as luzes acesas, numa noite de bombardeamento, à semelhança do que faziam os suíços, e confundiram os aliados. Mas há quem tenha dúvidas quanto a esta versão.
Não pertence à UE mas pertence ao Espaço Shengen. Pode-se transitar livremente. Mas cuidado com as latas de salsichas.
Pertence, de facto, obrigada pela correcção. Fui induzida em erro, porque, apesar de se poder transitar livremente, a Suíça costuma ter guardas fronteiriços, ao contrário de outras experiências que faço nos países da UE: nem sequer notávamos ter mudado de país, não fossem as placas com os seus nomes.
o II «Esteve em luta quase constante com os Estados Papais e, apesar de excomungado duas vezes, tomou parte na Sexta Cruzada, que conduziu como diplomata e não como guerreiro. Inocêncio IV destituiu-o no Concílio de Lyon. O papa Gregório IX chegou a chamá-lo de Anticristo e, provavelmente por isto, quando morreu, surgiu a ideia de que ele voltaria a reinar de novo em mil anos.»
« Depois do Primeiro Reich (ou Sacro Império Romano-Germânico), de 962 a 1806, e do Segundo, de 1871 a 1918, e principalmente devido à humilhação que se traduziu com a queda do imperador Guilherme II no fim da Primeira Guerra Mundial e todas as imposições que a nação alemã teve que aceitar incondicionalmente, Adolf Hitler alimentou o sonho de um Terceiro Reich », o dos 1.000 anos
De facto, e apesar de a Querela das Investiduras já ter sido sanada ao tempo de Frederico II, os reis/imperadores alemães sempre tiveram uma relação bastante conflituosa com o papado. No entanto, não foram eles os únicos a serem excomungados. Os papas da Idade Média usavam e abusavam da excomunhão como arma política.
Mas tem razão quanto a Hitler. Os imperadores alemães (ou será melhor dizer franco-alemães, pois tudo começou com Carlos Magno) consideravam-se os sucessores dos imperadores romanos, no Ocidente. Não só Frederico II serviu de inspiração. O meu sogro sabia cantar uma canção de elogio ao Barbarossa que as crianças e os jovens cantavam na escola, no tempo do nazismo.