
Hoje comemora-se O Dia Europeu do Melanoma.
“A 11 de Maio, celebra-se o Dia Europeu do Melanoma em Portugal. É celebrado por toda a Europa no mês de Maio, mas os países adaptam a data consoante as suas agendas.
O melanoma é um tipo de cancro maligno, cuja incidência tem vindo a aumentar de forma rápida e consistente ao longo das últimas quatro décadas. A iniciativa deste dia dirige-se sobretudo a indivíduos com tom de pele clara e propensa a queimaduras.
Durante este dia são organizados rastreios gratuitos à população nacional dos países europeu e procura-se consciencializar para os perigos da exposição solar excessiva.”
Nos tempos da Segunda Grande Guerra, Portugal foi poupado aos combates, mas não à falta de bens essenciais, que eram racionados e vendidos em longas filas que começavam muito antes do dealbar da aurora. Em casa dos meus avós viviam seis pessoas: a matriarca bisavó Júlia, o avô Américo, a avó Adelaide e as três filhas pequenas de diferença de idade em escadinha, tendo a mais nova, a minha mãe, nove anos naquela altura. Todos iam para as filas , embrulhados como podiam contra o frio. Foi por esta altura que lavrou por Lisboa uma epidemia de tinha. Todos ficaram contagiados. Todos tiveram de rapar o cabelo. Todos tiveram de fazer radiação. A minha mãe foi quem ficou mais afectada. Com o passar do tempo, muito devido ao enfraquecimento da pele provocado pela radiação, desenvolveu um sem-número de melanomas, que felizmente puderam ser removidos sem causar danos maiores.
É importante haver prevenção e diagnóstico precoce, porque pode ser apenas um ponto, mas é um ponto que nos separa da linha da eternidade.
(Foto do Google)

ao contrário de toda a família, morena e de cabelo preto,
a Irmã de minha MÃE tinha a pele branca e cabelo cenoura.
muito cedo passou pelo IPO
Tal e qual a minha mãe, loura com olhos claros, como os meus irmão também são. Eu não tenho o gene “ariano” do meu avô, mas umas costela ficaram por cá. Tenho sim os genes dos judeus expulsos de Espanha que edificaram mais de 60% de Castelo Branco, onde o meu pai nasceu. Mistura explosiva
como disse tenho sangue judeu e mouro.
meu filho há 3 anos perguntou a um Sr dentro dum automóvel como ia para C. de Vide. ouviu ‘do you speak english?’ um judeu que lhe falou da judiaria destruída de Nisa e a expressão «à cães de Nisa que mataram Nosso Senhor!»
visitei há 30 anos a antiga Sinagoga de Tomar
É o cadinho genético que forja a nossa identidade. É fascinante.
Nunca consegui entender a quem se destina este costume macabro de celebrar dias de doença.
Quem tem a doença só quer é esquecer e quem não tem a doença nem tão pouco se quer lembrar.
Sabe que agora existe a chamada ” consciencialização ” que dá para tudo. Hoje e ontem, creio, nem um santinho para acrescentar à celebração.
É o que é, Carlos.
Por acaso podiam fazer o mesmo que fez a igreja quando arranjou o dia de todos os santos. Arranjavam o dia de todas as doenças e prontos, a malta nesse dia ficava consciente e no resto do ano já podia ficar inconsciente à vontade.
Sim, há o dia de todos os santos, mas também há dias de um só, dentre alguns desses santos todos, assim tipo santo grau 5, que tem direito ao seu próprio dia. St. António, S. Pedro, S. João, S. Martinho, S. Patrício, Sta. Bárbara, etc.etc.