
Hoje é O Dia Internacional dos Engolidores de Espadas
«Os engolidores de espadas, conhecidos como aquelas pessoas que passam instrumentos longos, pontiagudos e afiados pela boca até ao estômago, geralmente não obtêm o mesmo nível de fama e respeito alcançado por outros artistas. Talvez por isso, este dia foi criado especialmente para eles.
O mês de Fevereiro também é o Mês Nacional dos Distúrbios da Deglutição. Esta iniciativa visa angariar fundos para a pesquisa da cura do cancro do esófago e financiar o tratamento médico de engolidores de espada feridos.
Muitas luas atrás (em 2000 a.C.), faquires e sacerdotes xamãs na Índia desenvolveram esta arte para demonstrar o seu poder e vínculo aos deuses. Essa forma de arte espalhou-se depois na Europa através de Roma e da Grécia. Os jograis medievais e outros artistas de rua exibiam as habilidades nesta área.
Alguns estudiosos admitem que os engolidores de espadas foram fundamentais para avanços médicos e científicos. Em 1868, o médico alemão Adolph Kussmaul teria usado um engolidor de espadas para inventar o endoscópio. Com o passar dos anos, estas exibições diminuíram, e mesmo em circos os engolidores tornaram-se raros. Hoje há muito poucos, mas têm direito a este dia.»
A actividade de engolir espadas confunde-se com as artes circenses. Muitos artistas da lâmina, profissionais aposentados, devem ter assentado arraias na nossa terra e de algum modo divulgado o seu mister, ou não fôssemos nós mestres na arte de engolir sapos. É claro que, como diz quem fornece o “material batraquial”, parece que somos assim para o poucochinho.

Hoje é O Dia das Feiras Populares
«Uma Feira Popular é a desculpa perfeita para desfrutar de uma grande festa com muitos enfeites e emoções. Basta pensar nos dias inebriantes da infância para evocar imagens de algodão doce, espectáculos divertidos e tardes ou noites divertidas.
Por muito tempo, a Feira Popular sempre teve um ar de mistério e fascínio, provavelmente porque proporcionava certas emoções que não poderiam ser experimentadas em nenhum outro lugar.
As raízes do Dia das Feiras Populares estão nas históricas feiras itinerantes. Já em 98 d.C. o historiador romano Tácito descrevia as festas nas tribos germânicas para celebrar o fim do Inverno. Na Idade Média começaram a surgir exposições agrícolas e feiras comerciais. É justo dizer que essas foram as sementes da Feira Popular dos nossos dias.
No final do século XIX estas feiras começaram a apresentar rodas gigantes, jogos de sorte ou azar e exibições de curiosidades. Mais tarde surgiram as montanhas russas, os grandes carrosséis, carrinhos de choque… tudo o que encanta miúdos e graúdos.»
Tenho muito boas recordações da nossa feira popular, que não era itinerante, mas era espectacular para a miudagem. Eu gostava de tudo, ia em todas as atracções, comia algodão doce e bebia sempre um sumo. Ainda hoje, quando estou perto de frutas várias que cheiram realmente a fruta, a minha primeira ideia é a da feira popular. Tive pena de nunca ter levado a minha filha mais nova a experienciar uma das nossas noites mágicas, que apesar de não ter comparação com as congéneres europeias era aconchegante e divertida e muito, muito mágica.
(Imagens Google)

Fez-me lembrar os engolidores de sapos, mas como estes são em todos os dias está bem assim.
Como referi no meu comentário à efeméride original, até nisto somo “poucochinho”, nas palavras do fornecedor.
Passo. Só pensar que houve (ou ainda haverá) engolidores de espadas, causa-me arrepios. Quanto à Feira Popular, não curto.
Bom domingo, Dulce
Também passo no que respeita aos Engolidores de Espadas, Bea. Bom Domingo para si também.
… e na Feira havia as rifas de panelas de alumínio e o tiro nas barracas aos “peluches” – fora os “miaus”, a bifana fininha no pau e uma imperial -imperial já com idade adulta…
Quem seria o lacrau que fechou a feirinha popular?!
Podiam todas as atracções não ser de grande qualidade ou diversificadas, mas era o que tínhamos, e tanto os miúdos como os graúdos gostavam. Acredito que incomodasse os moradores daquela zona nobre da capital, e que precisasse de obras que garantissem protecção e conformidade com as normas em vigor. A promessa esfumou-se porque locais não faltavam. Nas festividades dos concelhos e até freguesias limítrofes, há sempre ” Feiras Populares”. Os Lisboetas se se querem divertir ou vão por aí, hoje por exemplo é a festa do Chocolate em Queluz e Belas, ou então vão a S. Bento. Palhaçada, contorcionismo, malabarismo e sacadas de sapos para tuga engolir.
“Quem seria o lacrau que fechou a feirinha popular?!”
Quem fez a pergunta, seguramente sabe a resposta. Ou não ? Pela parte que me toca em Scorpions, gosto do Hurricane e principalmente do Wind of Changes.
“Falam, falam, falam e não dizem nada”, é o que é.
nesta republiqueta marxista decadente o povo engole tudo: às vezes até alimentos
tenho uma vaga ideia da Feira Popular de Entrecampos e dos seus ilustres cangalheiros
É, somos uma república de engolidores sufocados pelo que é difícil de descer…
A Feira gerou enorme controvérsia por uma questão geográfica. E porque estava também presa por arames, mas não foi esta a causa primeira do seu encerramento.