
No dia 3 de Setembro celebra-se O Dia Mundial da Barba
“Esta efeméride assinala-se anualmente no primeiro sábado de Setembro. O Dia Mundial da Barba evoca a alegria de se ter uma barba e amigos barbudos, encarando a barba como ponto de ligação entre as pessoas.
Seja qual for a sua actividade, o aderente à comemoração só não pode fazer uma coisa neste dia: cortar a barba.
A origem do dia é desconhecida, mas acredita-se que já os vikings dinamarqueses celebravam esta data 800 anos antes de Cristo.”
De há uns anos a este parte que faço parte do rol das pessoas com barba. É uma coisa que não gosto particularmente de celebrar, mas tenho perfeita consciência da sua existência, até porque os meu netos não se coíbem de dizer alto e bom som: “avó, hoje picas muito.” Infelizmente não há tratamento para este tipo de barba, pelo que me vejo forçada a reservar de 15 a 20 minutos diários para a exterminação dos “picos”. O lado positivo é que ainda sou uma pessoa picante, caramba!

A 3 de Setembro assinala-se O Dia Internacional dos Abutres
Está inscrito no calendário anual sempre no primeiro sábado de Setembro. A data visa sublinhar a importância ecológica do abutre e chamar a atenção mundial para o perigo de extinção deste animal.
Os envenenamentos, os abates ilegais, a colisão em linhas de alta tensão e a perda do habitat colocam esta espécie em perigo. Os abutres são aves de rapina que vivem em grupo e se alimentam de animais mortos. Ao contrário do que se pensa, têm um papel relevante no ambiente, impedindo a disseminação de doenças e contribuindo para o equilíbrio dos ecossistemas.
Em Portugal estas aves podem ser encontradas na região do Douro. O abutre mais comum em Portugal é o abutre Britango, o mais pequeno, conhecido também como Abutre-do-Egipto. As outras duas espécies de abutres em Portugal são o Grifo e o Abutre-Negro.
Estão hoje em destaque nos jardins zoológicos de Lisboa, da Maia, de Lagos e de Lourosa, assim como no Parque Biológico de Gaia, que promovem actividades especiais relacionadas com esta data.”
Sinal de mau agoiro por se alimentarem de restos de putrefacção, os abutres são os primeiros a chegar às “cenas dos crimes” para se banquetearem de carnificinas. Num sentido real, temos por cá algumas espécies de abutres em vias de extinção. Em sentido figurado, devem ser a espécie que em Portugal mais prolifera, logo após os ratos e as baratas. Os mais conhecidos são aqueles que se alimentam de ideologias mortas, estando até muitos deles defuntos sem que disso se apercebam.
(Imagens Google)

Tenho o maior apreço e afecto por abutres (e outros necrófagos). Por isso não os quero desvalorizar mas ainda assim sublinho, com particular apreço e algum egoísmo, esta celebração das barbas, a qual desconhecia.
Em boa verdade, tenho ficado espantada com muitas das celebrações que aqui boto jpt.
Mas esta que celebra todos os que têm barba é-me particularmente querida, porque , apesar de um tanto imberbe, incluo-me no rol.
Bom fim de semana jpt
(não a posso escrever aqui mas deixo testemunho da gargalhada com que acolhi a sua resposta)
Também há abutres no Tejo Internacional.
Atualmente já são pouco úteis, dado que há poucos animais que morram para eles comerem.
Não são os primeiros a chegar ao cadáver, julgo. Os corvos precedem-nos. Os abutres somente comem um cadáver já um bocado apodrecido, isto é, alguns dias depois da morte.
Acredito. Deve ser por isso que nos filmes os abutres apenas voam em círculo durante muito tempo, sem descerem até aos cadáveres.
Bom fim de semana balio.
Nem em todos os lados que há abutres haverá corvos, na África subsaariana não há corvos-gralhas, mas há abutres.
Julga-se que o voar em círculo pelos abutres, antes de poisar para atacar o cadáver, tem a ver com o já terem avistado um cadáver e a concentração de vários ‘tipos’ de abutre, com bicos e características morfológicas.
Esperam sempre pelos que tem bicos mais fortes para rasgar a pele grossa do cadáver, os de cabeça pelada para entrar nas entranhas e outros com certas características. São autênticos limpa-cadáveres.
Na Guiné há abutres com fartura e é vê-los no telhado do mercado de Bissau esperando alguma coisa morta, que nem gatos-pingados.
Duma vez, uma viatura matou um macaco que atravessou a picada, passados cinco minutos já havia abutres em círculo no céu e continuamos a viagem. No regresso, talvez quatro horas depois, verificamos que do macaco só restavam os ossos limpinhos e algumas formigas.
Obrigada pelo esclarecimento. Bom fim de semana.
a partir dos 80 passei a apara a barba com máquina, não por a pele ser oleosa ou seca, mas por ser velha.
todos os dias são dedicados aos ABUTRES POLÍTICOS.
o estado nasceu do kaos e ‘ós pois’ pariu o contribuinte privado para o sustentar.
Sem querer estar a fazer uma análise simplista, à Animal’s farm, quatro patas, bom; duas patas, mau. Diria que basta olharmos para os nossos reis (salvo raras excepções) reis com barba, bons; reis sem barba, maus.
Neste últimos, tem razão, mas não se aplica a todos. D. João primeiro foi um dos reis mais relevantes da nossa história de independência. Foi memorável . Não tinha barba.
Bom fim de semana Pedro.
Os reis, e outros nobres, usarem barba ou não conforme moda da época.
Até D. João III todos os reis usaram barba, assim são pintados nas imagens conhecidas, o D. João I, aparece imberbe nos tempos de Mestre de Avis por assim ter sido o pintado nos Painéis de S. Vicente, mas também aparece com barba noutra pintura. Depois, e conforme a moda, aparecem de cara limpa, barbicha, bigode, bigodinho e bigodaça. Até aparecem de cabeleira postiça, pó de arroz na cara e sinalinho à sevilhana.
É conforme as modas! Um rei que é rei tem de ser trendy.
Bom Domingo
Tanto dia mundial de tanta coisa. Felizmente não há um com o meu nome ou então dia mundial dos anónimos.
Para mim, dia mundial há só um, o 31 de Julho e mais nenhum.
O Dia Mundial dos Anónimos coincide com o dia de São Nunca.
Bom fim de semana.
Estes abutres são pássaros ou são mesmo dos humanos que comem gente inteira depois de a assarem?
Abutre pode ser tudo o que se alimenta da podridão.