Empreendedor: indíviduo inodoro, incolor, insípido, terno, saudável, fofinho e biodegradável que, em lugar de explorar um negócio com fins execravelmente lucrativos, concebe estratégias de inovação com o objectivo de promover o crescimento sustentável, o desenvolvimento da sociedade, o bem-estar da humanidade e a paz no mundo; ilumina-se com a simples menção do termo start-up; não confundir com empresário (bandido); não confundir com candidata a miss universo.
Grande Dicionário das Organizações e Tudo à Volta (2)
Rui Rocha,

Muito fofinho não pode. Tem de bater punho.
Punhos de renda.
Gostei da primeira entrada e a segunda não lhe fica atrás. Este dicionário promete… 🙂
Vamos ver, Ana. Nem eu sei o que isto vai dar…
E um empreendedor destes vive de quê?
De ar e vento. Se, como é provável, estiver no sector das eólicas.
Fantástico…quem o quiser que o leve, eu cá não preciso.
~CC~
Mas olhe que tem muita serventia decorativa…