Permettez-moi , mas algo me diz que quem assim fala nunca esteve nestes ibentos ” (e o FNV é um futrica impenitente). Senhores, que sisudos! Pensem lá duas vezes… Pelo menos no meu tempo, estes ‘números’ musicais que aparentemente manchavam os programas da Queima, serviam para os momentos de maior gozo da dançoria . Mas julgam que alguém levava aquilo a sério? Ninguém! Era uma troça pegada… Quanto mais pimba mais aclamação e mais cenas caricatas, porque os pobres dos artistas invariavelmente nem se apercebiam, coitados! Pelo menos até chegar ao clássico momento em que alguém na fila de falsos admiradores pedia um autógrafo num campo de escrita pouco recomendável… No meu ano foi aquele do “vinho verde que é do meu Portugal”! Ah, e a Cândida Branca Flor (coitada… muito apalpão levou ela….) Algo me diz que nada mudou 🙂
Eheh… Há-de sair dali uma bela fornada de licenciados. Sintomático.
Até aposto que muitos deles sairão dali a saber ‘dançar’ muito bem, mas todos com muito pouco ou nenhum chá, como vem sendo habitual há décadas…
E nós… pimba.
Permettez-moi , mas algo me diz que quem assim fala nunca esteve nestes ibentos ” (e o FNV é um futrica impenitente).
Senhores, que sisudos! Pensem lá duas vezes…
Pelo menos no meu tempo, estes ‘números’ musicais que aparentemente manchavam os programas da Queima, serviam para os momentos de maior gozo da dançoria . Mas julgam que alguém levava aquilo a sério? Ninguém! Era uma troça pegada… Quanto mais pimba mais aclamação e mais cenas caricatas, porque os pobres dos artistas invariavelmente nem se apercebiam, coitados! Pelo menos até chegar ao clássico momento em que alguém na fila de falsos admiradores pedia um autógrafo num campo de escrita pouco recomendável…
No meu ano foi aquele do “vinho verde que é do meu Portugal”! Ah, e a Cândida Branca Flor (coitada… muito apalpão levou ela….)
Algo me diz que nada mudou 🙂