Afinal, ainda não acabaram. Nem criticar o presente implica qualquer branqueamento dos protagonistas do passado, nem o passado justifica práticas criticáveis do presente:
Pedro Santos Guerreiro no Jornal de Negócios
Afinal, ainda não acabaram. Nem criticar o presente implica qualquer branqueamento dos protagonistas do passado, nem o passado justifica práticas criticáveis do presente:
Pedro Santos Guerreiro no Jornal de Negócios
Estou para ver, quando chegar a vez da REN… vai ser um fartar vilanagem…
Já não falta muito, Bartolomeu.
Só falta o venerando Chefe de Estado !
Na China, era o bando dos 4.
Aqui, é o bando dos 6… visíveis .
O CE agora anda pelas tecnologias. É mais FBook.
Aconselho vivamente, a quem tiver oportunidade de “repescar” tal pérola no oceano jornalístico, uma reportagem extensa sobre a Fundação Ilídio Pinho, publicada na revista do jornal Expresso. Está lá tudo explicado, como foi feito, com quem, quando, etc. Não me lembro da data, infelizmente, mas posso pesquisar. Além disto, posso deixar-vos uma pergunta: não consideram altamente conveniente que Ângelo Correia, o único empregador de Pedro Passos Coelho (que se saiba) tenha desaparecido de cena? Eu cá acho muito conveniente.
Vou procurar, Patrícia.
vergonha é o que falta a muita gente neste país à beira mar plantado. mas que de tanta água que penetrou na sua terra, tornou-se um pântano.
Diz muito bem, Raioverde.
Olha que devem ser mais “orange chairs”. As “golden “, mesmo sendo o ouro chinês (14k ), não perdem brilho, nem ficam baças ao fim de 6 meses.
É o velho ditado: até 3 meses laranja é ouro; até 6 meses é prata; depois mata.
Só mudam os ‘boys’, os ‘jobs’ continuam.
Yep.
É um… como se chama… raios…
Um negócio da China!
Sim, é isso mesmo.
Cumps.
Infelizmente não, Arame Farpado. É mesmo de Portugal.
Eles não sabem, nem sonham
O que é que comanda a vida.
Anda toda essa gente entretida
A gastar o que outros ganham.
Eles só sabem que o assento
Lhes dá qualidade de vida.
Tão concreta e definida
Como um gostoso provento.
Como esta cadeira dourada
Que lhes oferece bom descanço.
Xulando este povo tão manso
Que é roubado e não faz nada.
Como estes cargos tão altos
Que com muito oiro são pagos
Por estas aves que aos saltos
Em bebedeiras de afagos
Lhes alimentam os sonhos
Que eles sorvem em largos tragos
Em perpétuo movimento.
Bichiinhos alacres e sedentos.
Nós aprroveitálo pâla informar consumidores EDP que partir proxima mês feveleiro poder pagar fatura luz nas nossas milhentas loja dos chinezes (como vocês fala dos 300)
Muitla obrigada
Quatro Gargantas EP ( 3 nossa mais 1 Passa Coelhos)
A EDP está de facto com muita garganta.
na minha opinião, tem havido muita incompreensão neste caso.
porque este caso veio desmistificar a crença popular de que, nos governos anteriores, teria havido influência do governo na escolha dos gestores de empresas participadas pelo estado.
pois se agora vemos tanta gente, ligada aos partidos no poder, proposta pelos accionistas para altos cargos numa empresa em que o estado pouco manda, só podemos concluir que, afinal, os anteriores governos até devem ter contrariado este tipo de nomeações “políticas”, porque era bem menor o número de pessoas tão ligadas aos partidos no poder que eram nomeadas.
e, raciocinemos: qual é a cor do símbolo da edp? qual é a cor dos chineses? qual é a cor que resulta da mistura destas duas?
e depois, no caso da edp, é preciso ter alguém no conselho de supervisão que faça de anfitrião, que sirva de intérprete e conheça os costumes dos chineses. quem melhor que o rocha vieira e ilídio pinho que está ligado, salvo seja, à electricidade de macau (pelo menos)?
Carlos, estou disposto a analisar os seus argumentos sobre o presente. Mas, por favor, não me fale dos governos anteriores.
Isto é tão mau, Rui, que até custa a crer como foi feito de um modo tão aberto. O que isto tem de pior em relação aos “boys” do costume é: 1) o facto de se tratar de um Governo moralista, e por isso particularmente criticavel; 2) o facto de se tratar não de uma nomeação para uma empresa do Estado, mas sim para uma empresa privada. Este Governo não é liberal, não…infelizmente.
Nem mais, José Maria.
O governo está a colocar-se numa situação explosiva. No mínimo, a perder a autoridade que é preciso ter para cumprir a missão espinhosa que tem pela frente. Com o nível brutal de sacrifícios que exige ao povo, não pode ter falhas morais, mesmo que sejam defensáveis legalmente. Lá está, a mulher de César. Ou, neste caso, ou próprio César.
Concordo, Ana.
Muito bem Rui, muito bem.
O que causa espanto é que já nem se estranha este jogo de cadeiras, perpectuado ao longo dos anos, desde que me lembro…sem base no mérito, no sentido de dever, ou num planeamento rigoroso.
Não há vergonha, nem medo (consequências).
Fique bem.
Exacto, Outside.
Qual é a moral desta corja que quando ainda não era governo pregava aos quatro ventos sobre os “boys PS”?
Como diz o ditado: bem prega o frei Tomás, faz como ele diz não faças como ele faz!
É como digo, OGF. O passado não justifica erros do presente.