Em 98-99, quando muitos investidores que tinham vindo para Portugal ainda no tempo do Cavaco, perceberam o que o Guterres estava a fazer, pegaram no seu dinheirinho e piraram-se daqui para fora enquanto puderam. Em menos de um ano, sairam de Portugal 4,5 biliões de contos, ou seja 22500 milhões de euros. Foi aqui, que começaram os nossos problemas. Uma economia como a portuguesa amputada em poucos meses duma quantidade de dinheiro desta natureza, tinha que se ressentir. E nunca mais recuperou. MRS, sabe muito bem o que se passou, porque ele era o lider do PSD nesse tempo. Defender o que ele defendeu na TVI no ultimo domingo, teria o mesmo efeito de 98-99:a debandada geral do pouco capital estrangeiro ( e portugues, tambem) que ainda por cá existe. O ministro das finanças, sabe que é assim e disse-o publicamente. Só não percebeu, quem não quer perceber. É triste ver certas pessoas embarcar no discurso do “roubar aos pobres para dar aos ricos”.
Resta saber quanto tempo as velhas picaretas falantes vão resistir à “mudança de paradigma”, como soe dizer-se. Se calhar, bastava uma coisa tão simples como os governantes dizerem a verdade sem rodeios e sem rodriguinhos para esvaziar esta realidade paralela em que se comprazem políticos, comentadores, jornalistas, etc, para grande mal da Nação.
(Note-se que não estou a fzer qualquer juízo sobre a bondade da decisão do Ministro das Finanças; estou a comentar sobre o facto de os suspeitos do costume terem há décadas um púlpito, ora dentro ora fora, do qual mandam os bitaites que mais lhe convêm no momento)
Francamente, eu também não percebo essa opção. Não é justa, e não me parece que seja por isso que a economia se fortaleça.
O Marcelo comenta o PSD como se ele fosse o velho PSD. Ainda não percebeu que o actual não tem nada que ver com o velho. Há inteligências lentas.
Se é o Marcelo que o diz teremos mesmo que reflectir sobre o óbvio! Marcelo por vezes é lento de raciocínio coisa estranha.
A frase está mal transcrita. É ao contrário.
Gralha: devia estar “trabalho paga e o capital não”
Agradeço o reparo aos meus amigos. Erro de transcrição já reparado. Nem a outra fórmula faria o menor sentido.
Em 98-99, quando muitos investidores que tinham vindo para Portugal ainda no tempo do Cavaco, perceberam o que o Guterres estava a fazer, pegaram no seu dinheirinho e piraram-se daqui para fora enquanto puderam. Em menos de um ano, sairam de Portugal 4,5 biliões de contos, ou seja 22500 milhões de euros. Foi aqui, que começaram os nossos problemas. Uma economia como a portuguesa amputada em poucos meses duma quantidade de dinheiro desta natureza, tinha que se ressentir. E nunca mais recuperou. MRS, sabe muito bem o que se passou, porque ele era o lider do PSD nesse tempo. Defender o que ele defendeu na TVI no ultimo domingo, teria o mesmo efeito de 98-99:a debandada geral do pouco capital estrangeiro ( e portugues, tambem) que ainda por cá existe. O ministro das finanças, sabe que é assim e disse-o publicamente. Só não percebeu, quem não quer perceber.
É triste ver certas pessoas embarcar no discurso do “roubar aos pobres para dar aos ricos”.
Interessante.
Resta saber quanto tempo as velhas picaretas falantes vão resistir à “mudança de paradigma”, como soe dizer-se. Se calhar, bastava uma coisa tão simples como os governantes dizerem a verdade sem rodeios e sem rodriguinhos para esvaziar esta realidade paralela em que se comprazem políticos, comentadores, jornalistas, etc, para grande mal da Nação.
(Note-se que não estou a fzer qualquer juízo sobre a bondade da decisão do Ministro das Finanças; estou a comentar sobre o facto de os suspeitos do costume terem há décadas um púlpito, ora dentro ora fora, do qual mandam os bitaites que mais lhe convêm no momento)