O ordem dos factores é arbitrária, Fátima. Ele poderia dizer – com idêntico valia – que faz “o melhor” para que “os actos correspondem às palavras”. Ou não dizer nada. Vem tudo a dar no mesmo.
Um empresário quis saber quando é que começava a haver concordância do discurso com a prática. Sócrates rastejante, disse que não lhe reconhecia autoridade para essa alegação. O cidadão em questão não terá tido oportunidade para o rebater, mas eu, identificado e assinado respondo ao pantomineiro: Há uma “pequena” diferença snr . engenheiro, porque qualquer cidadão que opine não tem que responder perante o País, e o senhor tem e não pode escapar.
Está mal habituado. E a nossa comunicação social não apenas assiste ao espectáculo, com lhe enaltece as habilidades circenses . A obra do dito, como carga pesada sempre em envergonhado e sumido rodapé.
Eu também. Sobretudo quando prometeu que criaria 150 mil empregos, não subiria impostos, aumentaria o poder de compra e punha Portugal a crescer 3% ao ano.
Por falar em promessas… Sócrates faz lembrar um brasileiro candidato a “Prefeito” duma vilória do sertão- -” Eu se fô eleito vos darei um hospitau… uma nova escola… creche pâ minino… um campo de futibol… Eu vos darei uma ponte…meus caros condiadaos.. uma pontxe… – ” Mas meu siô nao temos rio…não… – Claro… eu vos darei um rio!!!
Não sei se foi azar meu ou se é mesmo real: não vi que este episódio – a interpelação de um empresário que deu origem, entre outras, à frase do seu post – tenha passado nas televisões! Espero que tenha tido azar e que tenha passado nalguma – ou a alguma hora – sem que eu tenha visto! Eu apenas tomei conhecimento deste incrível episódio, que deixou Sócrates a “deitar espuma”, pela rádio…
Talvez não fosse má ideia ter sido precisamente ao contrário.
Nunca vi uma coisa assim, juro, é obra!
O ordem dos factores é arbitrária, Fátima. Ele poderia dizer – com idêntico valia – que faz “o melhor” para que “os actos correspondem às palavras”. Ou não dizer nada. Vem tudo a dar no mesmo.
Um empresário quis saber quando é que começava a haver concordância do discurso com a prática. Sócrates rastejante, disse que não lhe reconhecia autoridade para essa alegação. O cidadão em questão não terá tido oportunidade para o rebater, mas eu, identificado e assinado respondo ao pantomineiro: Há uma “pequena” diferença snr . engenheiro, porque qualquer cidadão que opine não tem que responder perante o País, e o senhor tem e não pode escapar.
Tem de responder e NÃO TEM de opinar.
Mas infelizmente opina sempre e nunca se responsabiliza.
Está mal habituado. E a nossa comunicação social não apenas assiste ao espectáculo, com lhe enaltece as habilidades circenses . A obra do dito, como carga pesada sempre em envergonhado e sumido rodapé.
Preferiria, de longe, que, mesmo sem ter de fazer grande esforço, os seus actos tivessem um mínimo de correspondência com as suas palavras.
Eu também. Sobretudo quando prometeu que criaria 150 mil empregos, não subiria impostos, aumentaria o poder de compra e punha Portugal a crescer 3% ao ano.
Por falar em promessas…
Sócrates faz lembrar um brasileiro candidato a “Prefeito” duma vilória do sertão-
-” Eu se fô eleito vos darei um hospitau… uma nova escola… creche pâ minino… um campo de futibol…
Eu vos darei uma ponte…meus caros condiadaos.. uma pontxe…
– ” Mas meu siô nao temos rio…não…
– Claro… eu vos darei um rio!!!
Não sei se foi azar meu ou se é mesmo real: não vi que este episódio – a interpelação de um empresário que deu origem, entre outras, à frase do seu post – tenha passado nas televisões! Espero que tenha tido azar e que tenha passado nalguma – ou a alguma hora – sem que eu tenha visto! Eu apenas tomei conhecimento deste incrível episódio, que deixou Sócrates a “deitar espuma”, pela rádio…
Parece-me que muita gente gostaria que os seus actos (delas) correspondessem às suas (delas) palavras.