Uma notícia destas mina a credibilidade de qualquer governo, partido ou administração pública.
Se fosse meu filho nem se atreveria a concorrer, quanto mais ser classificado. E logo em primeiro lugar.
Continua a haver gente que não alcança a distinção entre o público e o privado e isso é dramático.

Inteiramente de acordo, Sérgio.
Se oe verdade que o nome do filho foi publicado sem o último nome do pai, está na testa que há pessoas que nunca mais aprendem. É a imagem persistente do país sem vergonha que temos.
A boa notícia é que estas coisas andam a ser mais escrutinadas, o que talvez seja indício de maior intolerância da sociedade civil em relação a casos de nepotismo e tráfico de influências.
Se fosse meu filho também nem sequer concorria. Just in case, porque à mulher de César não basta ser séria. Tem de parecê-lo.