E a banda sonora que acompanhava o inicio da emissão, recorda-se ?
Hoje uma colega sua estampou-se a todo o comprimento: No artigo sobre a futura sede da EDP menciona que a Sede da dita era no aterro da Boavista ate a 25 de Abril de 74.
Ora nessa data nem a EDP existia nem a Companhia que possui-a tais instalações tinha a Sede em tal local.
Lembro-me perfeitamente dessa música. Neste momento estou a trauteá-la. Lembro-me também das músicas que introduziam as Noites de Cinema, o Cartaz TV e o Vamos Jogar no Totobola. Um dia destes quero ver se as trago aqui.
Olhe, ainda há dois ou três dias recebi uma carta da Gás de Portugal, ou lá o que é, a comunicar-me que, a partir de agora, vamos ter de pagar “taxa de subsolo” (coisa a que a companhia é completamente alheia, segundo refere). Isto em Lisboa; no resto do país, não sei. Ao pé das milhentas taxas que hoje pagamos às cavalitas da electricidade, da água, do gás, etc., a taxa do isqueiro era uma brincadeira fassista, não acha?
Creio que essa taxa nunca foi realmente aplicada. Os isqueiros eram de venda livre, sem taxas. Eu próprio, apesar de não fumador, sofri do fascínio do isqueiro, tive vários, muito bonitos, e nunca paguei taxa.
Está enganado. Eu ainda guardo uma licença de uso de isqueiro, de 1967. Foi-me, aliás, oferecida por uma namorada da altura… Sendo embora certo que só ma pediram uma vez, no Saldanha, à saída do Monumental…
Assim sendo, reconheço o erro. Em 1967 eu não tinha, de certeza, isqueiros. Estava a pensar nos anos 70-74 e na província, onde, talvez, a fiscalização fosse menos rigorosa. Obrigado pela correcção.
Caríssimo,
E a banda sonora que acompanhava o inicio da emissão, recorda-se ?
Hoje uma colega sua estampou-se a todo o comprimento: No artigo sobre a futura sede da EDP menciona que a Sede da dita era no aterro da Boavista ate a 25 de Abril de 74.
Ora nessa data nem a EDP existia nem a Companhia que possui-a tais instalações tinha a Sede em tal local.
Forte abraço
Lembro-me perfeitamente dessa música. Neste momento estou a trauteá-la. Lembro-me também das músicas que introduziam as Noites de Cinema, o Cartaz TV e o Vamos Jogar no Totobola. Um dia destes quero ver se as trago aqui.
Era bom é que deixássemos de pagar para estes senhores, Pedro. Um destes dias estamos a pagar taxa de isqueiro outra vez.
Olhe, ainda há dois ou três dias recebi uma carta da Gás de Portugal, ou lá o que é, a comunicar-me que, a partir de agora, vamos ter de pagar “taxa de subsolo” (coisa a que a companhia é completamente alheia, segundo refere). Isto em Lisboa; no resto do país, não sei.
Ao pé das milhentas taxas que hoje pagamos às cavalitas da electricidade, da água, do gás, etc., a taxa do isqueiro era uma brincadeira fassista, não acha?
Creio que essa taxa nunca foi realmente aplicada. Os isqueiros eram de venda livre, sem taxas. Eu próprio, apesar de não fumador, sofri do fascínio do isqueiro, tive vários, muito bonitos, e nunca paguei taxa.
Está enganado. Eu ainda guardo uma licença de uso de isqueiro, de 1967. Foi-me, aliás, oferecida por uma namorada da altura… Sendo embora certo que só ma pediram uma vez, no Saldanha, à saída do Monumental…
Assim sendo, reconheço o erro. Em 1967 eu não tinha, de certeza, isqueiros. Estava a pensar nos anos 70-74 e na província, onde, talvez, a fiscalização fosse menos rigorosa. Obrigado pela correcção.