Vivemos tempos em que para combater as fake news, alguém se lembrou de recorrer a um selo. Ora o selo, já encerra em si toda uma história e um percurso na comunicação e na aproximação de quem está distante.
Começaram por servir como prova de pagamento, e de caminho transportaram imagens de mundos desconhecidos. Frequentemente do retrato se fez arte.
Enquanto aguadamos pelo reerguer do selo, agora como certificado de qualidade, aproveitemos para apreciar os antigos traços e cores que acompanhavam as notícias de outrora.

Selo com imagem de um Órix, também conhecido por Guelengue-do-deserto.
Colecção Animais de Angola
Emissão 1953

E temos o Publico a apoiar o Estado Totalitário contra o Estado Liberal.
O que quer dizer que se sentem seguros, esperam controla-lo…
Vamos no entanto imaginar que o Chega daqui a uns ano ganha o poder e decide o que é “desinformação”… teremos o Publico finalmente a falar de Liberdade…e contra o “selo” que agora defendem…
Já em tempo aqui escrevi sobre esse cenário. Se quem nos governa pensasse para além da próxima sondagem, 90% das decisões seria diferente. Essa é apenas uma.
Esta rubrica promete, Paulo. Como coleccionador de selos quase desde que me lembro, ficarei atento.
Tens repetidos para troca?
Este selo paga imposto?
Imposto de selo… quem sabe?
O desenhador LIT.MAIA-PORTO tem uma ideia errada por onde andam os Guelengues. Transformarem o seu ambiente do deserto num lago com muita ervinha é um ‘tratamento’ que estes animais nunca lhes passou pelos beiços.
Também se dão bem em Jardins Zoológicos.
Referia-me ao desenhador.