É o nono ano. A gramática? Não é nada parecida com o que estudei e os nomes? É para esquecer. Mais vale dizer que “bacia” também pode ser “anca” e “penico” e depois o miúdo lá entende que é uma qualquer coisa acabada em “minia” ou assim.
Não há nada mais frustrante do que ter de empinar a gramática sem a entender verdadeiramente e depois ver como faz bilharetes na interpretação, na composição, na riqueza de vocabulário. No fim, diz
Bom, pode ser que me safe se for sobre os Lusíadas ou sobre o Alto da Barca do Inferno.
E depois acrescenta
Ainda bem que o Vasco Graça Moura escreveu o livro a explicar os Lusíadas. É pena que já tenha morrido, se fizesse um livro sobre a gramática podia ser que fosse mais fácil.
De resto? O costume. O professor que manda para a rua, a professora que considera um determinado comentário insolente. E eu a desvalorizar, a dizer que os professores têm os seus dias e tal, sempre a defender, e o mundo não é justo e as pessoas não são máquinas, blá, blá, blá. Seja. Remate final
O pior é quando nos perguntam se queremos ser expulsos.
Como? Sem comentários.

Talvez seja como dizer ” veja lá se quer que chame a polícia”…
Ainda bem que já me livrei da escola…
Alto da Barca? É lapso ou será que o pimpolho o mencionou?
🙂 o pimpolho, embora saiba que é auto, diz alto:) bom feriado
Alto da Barra é que é.
Cumpts.