Vinte anos depois da tragédia de Imola.
(lembrando também o João Carvalho e o Jorge Assunção, que aqui escreveram sobre o malogrado piloto brasileiro)
Vinte anos depois da tragédia de Imola.
(lembrando também o João Carvalho e o Jorge Assunção, que aqui escreveram sobre o malogrado piloto brasileiro)
Tive poucos ídolos ao longo da vida. Ayrton da Senna foi um deles.
Tinha uma capacidade única que só os grandes têm, um jeito natural para o mais difícil, que fazia parecer fácil. Algo destemido, era exímio em piso molhado.
Não chegou a passar aquela curva que, na véspera, teria referido “algum dia, ainda alguém vai ficar aqui”, num fim-de-semana negro, ensombrado pela morte do colega austríaco Roland Ratzenberger, na fase de treinos.
Ímola, 1994.
Obrigada pela lembrança, Pedro.
Se ainda estivesse aqui connosco, seria o meu irmão a fazer este post.
De alguma forma, ele está aqui presente. Neste seu post e nos nossos corações.
Está sim, Alexandra. O João continua connosco. E os textos que escreveu no DELITO – centenas – têm uma frescura assinalável: parecem ter sido escritos há poucos dias.