2 comentários em “Lembrando Ayrton Senna”

  1. Tive poucos ídolos ao longo da vida. Ayrton da Senna foi um deles.
    Tinha uma capacidade única que só os grandes têm, um jeito natural para o mais difícil, que fazia parecer fácil. Algo destemido, era exímio em piso molhado.
    Não chegou a passar aquela curva que, na véspera, teria referido “algum dia, ainda alguém vai ficar aqui”, num fim-de-semana negro, ensombrado pela morte do colega austríaco Roland Ratzenberger, na fase de treinos.
    Ímola, 1994.

    Obrigada pela lembrança, Pedro.
    Se ainda estivesse aqui connosco, seria o meu irmão a fazer este post.
    De alguma forma, ele está aqui presente. Neste seu post e nos nossos corações.

    1. Está sim, Alexandra. O João continua connosco. E os textos que escreveu no DELITO – centenas – têm uma frescura assinalável: parecem ter sido escritos há poucos dias.

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