![dom-joao-vi[1].jpg dom-joao-vi[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2019/21346705_A8Z1G.jpeg)

D. João VI (1816-1826)
Autor: Rodolfo Bernardelli
Ano da inauguração: 1922
Localização: Rio de Janeiro, no Museu Histórico Nacional
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D. João VI (1816-1826)
Autor: Rodolfo Bernardelli
Ano da inauguração: 1922
Localização: Rio de Janeiro, no Museu Histórico Nacional
Algo a propósito (terminou no passado domingo): trato-do-rei-dom-joao-vi-e-a-nova-exposi cao-do-mhn/
https://mhn.museus.gov.br/index.php/o-re
Muito a propósito, sim.
Obrigado pela achega que aqui nos traz.
Anoto a seguinte observação do texto:
«Dom João VI foi, possivelmente, o rei português mais retratado na história da pintura e da gravura, pois precisava promover sua imagem para se fazer presente em Portugal enquanto viveu no Brasil – entre 1808 e 1821.»
Este Rei, tão caricaturado e alvo de observações sarcásticas por parte de uma certa historiografia, portuguesa e brasileira, era afinal um homem culto e deixou um legado muito apreciável. Designadamente no Brasil.
Como o texto recorda, «abriu os portos às nações amigas, fundou o Jardim Botânico e a Biblioteca Nacional no Rio, além do primeiro banco do país e a renovação do ensino de artes no Brasil com a chegada da Missão Artística Francesa, em 1817, que deu origem à Academia Imperial de Belas Artes – futura Escola Nacional de Belas Artes.»
Não admira que os historiadores mais recentes estejam a reavaliar o seu reinado, numa óptica muito mais positiva.
Parece-me que no Brasil o rei sai sempre mais favorecido, como a contrariar Madame Junot.
Este Rei anda a ser revalorizado pelos estudos históricos mais recentes. Bem o merece.