Do Simbólico


Bandeira,

Lisboa, cinema São Jorge, “Encontros para uma Esquerda Livre”. Um homem nos seus sessenta, camisa vermelha, magro e de cabelo desalinhado, coloca uma cabeça de alho no chão, ao lado da sua cadeira. A todas as intervenções ele assiste em silêncio. No fim, levanta-se, pega na cabeça de alho, coloca-a numa pasta que trazia consigo e sai.

“Eles comem tudo”, há-de estar a pensar.

4 comentários em “Do Simbólico”

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *