Excelente capa, a do Courrier International. Com um dos melhores títulos que li por estes dias para assinalar a morte de Fidel Castro: “Cuba libertada.”
O jornalismo de qualidade é assim: consegue dizer quase tudo com um número mínimo de palavras. Neste caso bastaram duas.

![couv_courrier_international_1360[1].png couv_courrier_international_1360[1].png](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2016/20094503_DRnvt.jpeg)
Este título só pode significar: Cuba, sê bem-vinda ao mundo livre, que é o nosso.
De facto, a verdadeira liberdade é estruturante da dignidade humana.
Mas, quando é instrumentalizada para austerizar a maioria da população em favor de uns tantos senhores feudais, o regime deixa de ser livre e passa a ser altamente repressivo, mais ainda que qualquer ditadura, porque mais cínico e fraudulento.
A liberdade, sem rendimentos suficientes para dela usufruir, fica reduzida à liberdade do blá-blá-blá-blá… ou seja, a tão propalada liberdade de expressão, que os privilegiados pretendem como valor absoluto, mas que não passa de mais um meio, quiçá o mais poderoso, de exploração das massas, uma vez que estas a não dominam, nem nos meios nem na competência.
Sim, porque os senhores deste mundo livre, primeiro decidem que tudo se compra com dinheiro, até a educação e a formação, e, depois, ficam com o dinheiro todo, privando, assim, a grande maioria do acesso a tais bens, verdadeira condição sine qua non.
Como é que pessoas bem formadas podem consentir nisto?!
Não me venham com a treta de que foi sempre assim, de que todas as alternativas falharam.
Isto é inadmissível e tem de ser mudado.
E, para começar, deveríamos orientar os esforços que despendemos a alimentar o monstro, no sentido de uma alternativa que garanta uma cada vez maior justiça social.
Sem boicotes.
Nem tibiezas.
Em favor da real dignidade de todos e de cada um.
João de Brito
Não sei quem foi o “senhor feudal”, que comprimiu o poder de compra do povo cubano ao ponto de o país passar de quarta mais dinâmica economia da América Latina (em 1958) para segunda mais pobre (hoje), só menos má do que o Haiti.
Não sei quem terá sido o “senhor feudal” de Cuba, responsável pela estatização de toda a economia da ilha, que deixou de ser uma das principais exportadoras mundiais de açúcar para se tornar importadora por falta de capacidade produtiva e total falta de investimento no sector.
Ou melhor, até sei o nome desse “senhor feudal”: Castro, Fidel Castro.
“A liberdade, sem rendimentos suficientes para dela usufruir, fica reduzida à liberdade do blá-blá-blá-blá… “
Pelo menos nos paises comunistas, como Cuba, há coerência em vez do blá-blá-blá …: nem rendimentos nem liberdade !!!
Cuba – tal como a Coreia do Norte – é o único país onde ainda vigora um poder comunista de linha dura, estalinista. Um país sem liberdades – começando pela própria liberdade de abandonar o país. Um país sem imprensa livre, sem liberdade sindical, sem direito à greve, sem tribunais independentes do poder político. Um país que reprime duramente o direito de associação. Um país onde criticar o “líder” num espaço público pode dar direito a dez anos de prisão. Um país onde um electrodoméstico é um bem de luxo, quase só acessível à oligarquia dominante. Um país onde só a partir de 2008 os cidadãos começaram a ter acesso a esse bem tão comum em quase todo mundo como é um telemóvel.
É isso … nem liberdade nem rendimentos !!… 🙂
Ao contrário da China e do Vietname, por exemplo, onde as liberdades são severamente reprimidas mas o rendimento disponível aumentou bastante: nenhum desses países vive da caridade internacional, como sucede à Cuba dos irmãos Castro. Que conseguiu transformar um país exportador de açúcar em importador de açúcar com a desastrosa “economia planificada” concebida pelo “comandante supremo” sem ninguém poder contraditá-lo.
Sim, é verdade …
Mas é assim em boa medida porque nesses paises o regime tolerou e promoveu uma maior liberdade económica e individual (excluindo a politica, continuando o partido único e a censura).
Mesmo em Cuba, onde o regime se mantém ainda muito fechado e repressivo, o simples facto de, depois do fim da União Soviética e da sucessão dinástica de Fidel pelo irmão Raul, ter havido uma pequena evolução em termos de alguma liberdade económica para pequenos negócios e pequenas explorações agricolas, já permitiu alguma melhoria nas condições de vida quotidiana de muitos cubanos (o que não é dificil tendo em conta o baixo nivel de partida).
A esperança é precisamente a de que o desaparecimento de Fidel Castro crie uma dinâmica que force e acelere decisivamente o processo de reformas liberalizadoras e leve de vez ao fim do regime castrista !
Como sempre acontece nos sistemas ditatoriais, os cubanos foram desenvolvendo o culto da anedota para servir de escape às agruras do quotidiano.
Eis duas delas.
Uma:
Qual é a semelhança entre um frigorífico cubano e um coco?
Lá dentro só encontramos água.
Outra:
O que diziam os letreiros no jardim zoológico de Havana? “Proibido dar comida aos animais.” O que passaram a dizer depois? “Proibido comer a comida dos animais.” O que dizem hoje? “Proibido comer os animais.”
O
Para a semana talvez esse folhetim traga a biografia do novo chefe do Pentágono, cuja alcunha é Mad Dog. Tranquilizador
Qual folhetim?
Castro y sus muchachos? Depois de Castro, um Castro. Agora já se fala de outro Castro – o filho de Raúl.
Uma monarquia vermelha no Caribe. A da dinastia Castro. Tal como a da Coreia, onde há 70 anos reina a dinastia Kim.
O que é tranquilizador é que ele foi comandante em chefe do “United States Central Command” de 11 de Agosto de 2010 até se reformar em 22 de Março de 2013 e foi nomeado para essas funções pelo Prémio Nobel da Paz de 2009.
O único defeito que Obama lhe encontrava era que ele parecia ser pouco propício a entendimentos com o Irão.
Ou agora já não se pode confiar nas escolhas militaes de um Prémio Nobel da Paz?
Não me diga uma coisa dessas, que já nem durmo hoje!
Este comentário em cima é um bom exemplo de mais uma tentativa de desviar e escamotear a atenção sobre o facto de que o desaparecimento fisico do ditador cubano pode abrir a oportunidade para um processo libertador de um pais até agora submetido ao totalitarismo comunista …
Como ?… Falando em algo que …. não tem nada a vêr, a pessoa indicada para ser o secretário da defesa do presidente eleito norte-americano !!…
Mas, já agora, sem perder nunca de vista que Fidel Castro foi a personificação mais acabada de um regime totalitário e criminoso, qual é mesmo o problema com o futuro secretário da defesa da grande democracia norte-americana ?!…
“[O General James] Mattis foi chefe do Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos da América entre 2010 e 2013, com responsabilidade sobre as tropas numa grande área que inclui o Médio Oriente.”
Portanto, é um tipo de tal modo perigoso que até esteve à frente de um comando militar importante durante 3 longos anos da presidência de … Barack Obama !…
“[Mas]… chocou com o Governo do Presidente norte-americano em funções, Barack Obama, relativamente a alguns assuntos sobre o Médio Oriente, nomeadamente sobre o Irão, um país que considerou a maior ameaça para os Estados Unidos naquela região.”
Vejam só o escândalo : o futuro secretário da defesa do presidente eleito, o republicano Donal Trump, teve divergências, nomeadamente sobre as concessões feitas ao Irão no plano nuclear, com o então presidente, o democrata Barack Obama !!…
[citações : http://observador.pt/2016/12/02/trump-an uncia-nomeacao-de-general-james-mattis-p ara-a-defesa/ ]
Fala-se em alhos e há logo quem desvie para os bugalhos. Dá jeito imitar as avestruzes.
Fidel foi a garantia que Cuba teve para evitar que se tranforma-se noutra República das Bananas, à semelhança da Costa Rica. Os gringos, na sua doutrina fanática Macartista, preferiam o Fulgêncio. Veja – se o que fizeram a Fidel quando este lhes foi pedir ajuda para dar ao povo cubano alguma decência no viver. Quando se fala em tirar o povo da tirania da miséria os gringos pensam logo em socialismo. E fazem – no com razão porque o Socialismo é promessa da liberdade do esbulho, da exploração do Capital
Aquilo a que você chama “decência no viver” é um regime com partido único, polícia política, presos políticos, imprensa amordaçada e um miserável PIB ‘per capita’ de 15 dólares mensais.
Antes de Castro, Cuba exportava açúcar. Hoje importa açúcar – e tudo o resto. Com dinheiro que não tem.
Tornou-se uma colónia da União Soviética durante décadas. Hoje é uma subcolónia da Venezuela. Vive das migalhas da caridade internacional, com a economia destruída.
Em 1958 tinha o quarto melhor PIB da América Latina. Hoje tem o segundo pior.
Esta é a herança de Castro: Cuba não tem pão nem liberdade.
E a imagem? O charutozinho feito barra de dinamite?
Boa também.
O “A múmia morreu” do editorial também me parece bem sacado (mesmo que seja picado dos dichotes populares).
Excelente editorial. “Múmia”: era assim que a ‘vox populi’ cubana designava o Castro agora falecido.
Isso não é um pouco como se, em agosto de 1970, algum jornal fizesse capa com “Portugal libertado”?
Um pouco. A verdade é que, com Salazar vivo, Caetano via-se realmente impedido de fazer reformas. Acabou por concretizar algumas, mas tímidas e demasiado tardias.
Algo semelhante acontece em Cuba. A presença física de Fidel Castro tolhia a cúpula dirigente do regime de avançar um pouco mais no incipiente curso reformista.
Creio que as reformas acabarão por ser tão tímidas e certamente tão tardias quanto as de Caetano nesse Portugal pós-Salazar. E desembocarão provavelmente num colapso generalizado do regime, equivalente ao que sucedeu entre nós em 1974.
Sem discordar de si, Pedro Correia, convém lembrar que o período de maior crescimento da nossa economia, no século passado, aconteceu no “reinado” de Marcelo Caetano, bem acima do crescimento verificado depois de 1986, no “reinado” do Cavaco. Depois entramos em tempos de crescimento nulo, quando não de recessão. Agora anda o nosso actual governo a lançar foguetes por termos crescido um bocadinho acima de zero. Outros tempos.
Certo: foram os chamados anos do mini-“milagre económico” caetanista. Um período que devia ser mais bem estudado.
Durou até 1973, ou seja até ao choque petrolífero. E assentava em pressupostos hoje irrepetíveis: acesso quase ilimitado a matérias-primas a baixo custo, preço dos combustíveis em mínimos históricos, uma das taxas de fertilidade mais elevadas da Europa, fluxo contínuo de remessas de emigrantes, uma segurança social incipiente e um mercado de 25 milhões de consumidores potenciais, entre outros factores.
Concordo, não sendo de esquecer a nossa adesão à EFTA, em 1960.
Certo, ajudou bastante. Sobretudo no comércio externo.
Você pode não se lembrar do nome de nenhum político, mas com certeza, alguns deles você se lembra de quem são filhos. ( do livro “desaforismos” de Georges Najjar Jr )
Você quem? Eu? Você? Aquele ali?
Prefiro saber que existe polícia política e onde ela tem sede. Em Portugal muitos pides existem há paisana fazendo uso do poder que lhes dá o funcionalismo público para um dia lhe darem o seguinte conselho: a sua mulher trabalha cá na câmara, não é verdade?. Ou, já sei que o senhor é ambicioso. Veja se me ajuda a ajudá -lo. Quanto ao resto Pedro faça vista grossa. Não acredite em tudo o que lê, sobretudo na comunicação social controlada pelo grande capital.
Prefiro viver num país sem polícia política nem presos políticos.
Não acredite em que tudo o que ouve nem tudo o que lê. Quando ler algures ou lhe disserem que a pobre e quase falida comunicação social portuguesa é “controlada pelo grande capital”, faça vista grossa e orelhas moucas. Porque é mentira.
Um comentário escrito a 23 de Abril de 1974 e só agora é que é publicado?
Parece impossível!
Este nosso leitor permaneceu corajosamente na clandestinidade até hoje.
E devia lá ter continuado, é outro que como eu costumo dizer “não anda de autocarro”, não conhece o mundo onde vai vivendo, é só teorias de sofá e mantinha nos joelhos.
De resto acho que nos últimos tempos temos tido direito a muito comentador que não deve ter filhos nem netos (ou tendo os vê pouco…), já só vivem num mundo que só existe na cabeça deles e essa é uma cabeça que parou no tempo.
Mas disso não me queixo, ajudam-me a perceber porque é que muita coisa nunca irá acontecer, é só teorias e indignações mas mexer o cú para fazer a revolução que apregoam tá quieto, outros que vão andando que eles já lá vão ter se correr bem…
Se exportássemos revolucionários de sofá equilibrávamos de vez a balança de pagamentos, meu caro.
Digo -lhe mais. De Oliveira e Costa até ao José Sócrates passando por João Rendeiro e Espírito Santo e fazendo breve paragem em Armando Vara ninguém vai cumprir pena de prisão efectiva. Não é só a comunicação social que o dinheiro compra. E vamos lá a ver se nos entendemos. Comunismo não vive com democracias parlamentares pois estas dependem da opinião pública e a opinião pública é controlada pelos fazedores de opinião que são pagos, ou defendem o modus vivendi burguês. Daí ser necessário nos primeiros tempos a ditadura, a fim de se educarem as massas. Qual é a dúvida? O povo não nasce ensinado e não raras vezes é dividido pela comunicação social pois só assim a minoria burguesa consegue conduzir a maioria popular.
“Daí ser necessário nos primeiros tempos a ditadura, a fim de se educarem as massas.”
Não é só “nos primeiros tempos” … é sempre !!
E eu que pensava que no comunismo eram “as massas” que mandavam no “partido” (a “ditadura do proletariado” !!! 😉
Em Cuba só havia um homem verdadeiramente livre: Fidel Castro. Durante anos – décadas – foi primeiro secretário do Partido Comunista Cubano, comandante-chefe das Forças Armadas, Presidente do Conselho de Estado (Presidente da República) e Chefe do Governo.
Concentração total dos poderes numa pessoa só.
Só na Coreia do Norte encontramos hoje algo semelhante.
Quanto a Mad Dog e a sua visão sobre o Irão existem 2 problemas. O primeiro chamado director da Cia que já informou Trump para mudar de discurso. O segundo chama- se Czar Vladimir Putin que sempre apoiou o Irão naquela região, contra os interesses israelitas / americanos
Pedro quanto às exportações de Cuba antes de Fidel deveria acrescentar para além do açúcar, outro tipo de pó branco, prostituição e jogo. Crescimento económico e democracia não andam juntas. De uma forma geral a economia dá – se melhor em regimes autoritários, talvez pelos custos de contexto serem menores – não existem greves, nem negociações salariais…
Você anda muito equivocado. O maior elo de Cuba ao narcotráfico – através de Pablo Escobar e das ligações às FARC – ocorreram precisamente durante o castrismo.
Quanto à prostituição, o seu apontamento seria de gargalhada se não fosse um assunto tão sério e tão triste: Havana é hoje um bordel ao ar livre, onde a prostituição se pratica em todo o lado. Sem escolher sexos, géneros e muito menos idades.
Isto num país onde os cirurgiões preferem trabalhar como porteiros de hotel porque ganham mais do que a exercer medicina.
E onde o salário médio de um médico ou de um professor não excede o equivalente a 27 euros mensais.
Quanto à comunicação social não estar na mão do grande capital, veja os Panamá papers e a suposta lista de pagamentos a jornalistas cá da terra. Veja a notícia TVI / Banif. Não se provou nada? É um problema quando neste país a Justiça é vesga
Que “grande capital”. Deixe lá a cassete comunista. O maior problema português de momento é não haver capital. Os próprios bancos estão descapitalizados – começando aliás pela Caixa Geral de Depósitos. Tomáramos nós ter capital, grande ou pequeno…
A treta dos “lucros fabulosos do grande capital”, associada às caricaturas de capitalistas obesos, de cartola e charuto, é isso mesmo: uma caricatura, que nada explica da realidade.
Os maiores milionários da actualidade estão na China. Comunista. Ainda hoje muito elogiada no discurso de Jerónimo de Sousa duante a abertura do congresso do PCP.
Veja bem, sou antidemocrata no sentido dado por diversos filósofos clássicos. A democracia apelará sempre aos mais baixos instintos. Ao superficial, ao emotivo. Daí o demagogo e a demagogia serem o produto final da democracia. Quanto à China bem sabemos de onde lhe vem o crescimento económico. É das TSU e descontos para a segurança social, mais os subsídios de doença, etc. Quanto ao Vietname a CIA tinha por lá uns investimentos em açúcar refinado. Quanto a jornalistas, em que ponto está o suposto saco azul do BES? Ouviu -se também de uma história sobre o BES ameaçar de retirar publicidade a jornais que publicassem determinadas noticias. Ouviu? Ainda se ensina a República de Platão na Escola, correcto?
“Ainda se ensina a República de Platão na Escola, correcto?”
Incorrecto.
Ou melhor: talvez se ensine mas ninguém liga, é conversa para “cotas”.
Já se tinha percebido que não percebe a ponta de um corno do mundo que aí está na rua e que é dos novos, como sempre foi ao longo da História.
Mas para isso é preciso lidar com eles e tê-los sentados à mesa ao jantar, nestas alturas uns netos conversadores dão sempre jeito para não fazermos figuras tão tristes.
De resto há muitos anos que não me aparecia uma “espécie de anarquista” deste género.
Se fôr rapaz novo até tem piada e é louvável o empenho.
Se fôr rapaz velho também tem piada mas é de outro tipo que a minha nobreza de carácter me impede de classificar…
PS- Importa-se de citar um só dos diversos filósofos clássicos que menciona “en passant” para impressionar o pagode sem se comprometer nem um bocadinho?
Apenas acho piada àqueles cheios de certezas. Um nome? Aristóteles. Uma frase:
Saber-se que nada se sabe é já saber metade das coisas que existem. Uma filosofia do vida? O kinismo. Um guru? Diógenes. E por favor não me (des)classifique, nem sequer me conhece
Cheio de certezas?
Não é decerto o meu caso e é por isso que não me acha piada.
“Saber-se que nada se sabe é já saber metade das coisas que existem” é a frase correcta para dar lições a um gajo (eu) que continua sem perceber como é que teve tanta sorte na vida que ainda tem as pessoas de quem mais gosta aí a rir e a brincar (um cancro ali, uma septicémia “desconhecida” acolá e até um atentado nas Torres Gémeas à hora a que um deles devia lá estar se a reunião não tivesse sido adiada para a tarde).
Nunca atire frases feitas e bonitinhas aos outros, isso é um bocado infantil, V. também não os conhece.
Diga-lhes o que V. pensa, chame-lhes nomes feios, frases feitas como esta e outras do tipo são o vazio total de ideias.
Se quiser frases feitas use os meus “filósofos” favoritos Groucho Marx e Woody Allen muito úteis no dia-a-dia.
Mas agradeço as informações que me prestou apesar de ser uma espécie de extracto de um manual do tipo “Como ficar culto em 10 lições” numa edição barata.
Com o que já li da sua lavra aqui estou bastante à vontade para o classificar, consta que até profissionalmente eu era bonzito nisso, até me pagavam bem
mas entretanto reformei-me e não fico a ocupar lugares que agora devem ser de gente com 35/40 anos que tem que alimentar a família.
Mas nunca me passou pela cabeça desclassificá-lo: isso cada um de nós encarrega-se de o fazer aos olhos dos outros.
Uma muito boa noite
Aliàs se tivesse o cuidado de ler o que os outros escrevem por aqui – o que já verifiquei que não faz com ninguém pois nas suas respostas retoma o assunto onde o deixou e não onde o outro o levou – teria já reparado nisso.
Obrigado pelas coisas que me envia como informação, estão em qualquer manual do “torne-se culto em 10 lições”.
E com o que já li aqui de si já o posso classificar mesmo sem o conhecer.
Eu não desclassifico ninguém.
Passe bem.
A quem vier aqui parar:
Tive que deixar isto aqui a meio por causa de uma “emergência” e saíu asneira, quando voltei julguei que o resto do texto se tinha perdido e “reescrevi-o” mais coisa menos coisa.
As minhas desculpas a todos, espero aprender com o facto.