Terça-Feira, 1
Acordei muito mais tarde do que o costume. Fiquei na mandriice todo o dia.
Quarta-Feira, 2
Custou-me acordar à hora habitual. Perguntei: «A passagem de ano foi boa?» e respondi: «Foi boa. E a sua?» dezenas de vezes. Fora isso, tratou-se de um dia sem motivos de interesse.
Quinta-Feira, 3
Dia normal. Falou-se do tempo.
Sexta-Feira, 4
Nada de especial aconteceu. Falou-se do tempo para o fim-de-semana.
Sábado, 5
Acordei mais tarde. Nenhuma surpresa durante o dia. À noite, o Sporting perdeu.
Domingo, 6
Acordei mais tarde mas menos tarde do que ontem. Domingo perfeitamente banal.
Segunda-Feira, 7
Custou-me acordar à hora do costume. Perguntei: «O fim-de-semana foi bom?» e respondi: «Eh, já passou. E o seu?» várias vezes. De resto, nenhuma novidade. Falou-se do tempo. Odeio segundas-feiras.

É por essas e por outras que Portugal não vai a lado nenhum. Dá-lhes, Gaspar!
Parece-me que é mais: “Tira-lhes, Gaspar!”
Looool
Jaa’zinho, quando for assim telefona-me. Mando-te uns quizz’s à maneira, mesmo bons para afogar a pasmaceira 😉
é favor não processares por plágio, dada a posta ali em cima, que eu estou com a ‘calça curta’, sim 🙂 ?
Ora, é um prazer. Uma vez o Luís M. Jorge adaptou um post que eu escrevera mas, sendo ele (o Luís M.) mau como as cobras (as cobras verdadeiramente más, que invadem aviões e perseguem a Jennifer Lopez), foi para passar uma mensagem contrária à minha. Neste caso, sinto-me homenageado. 🙂
eu não gosto dos Domingos
🙂
Obrigado pela sugestão, JAA. Gostei do teu diário íntimo e apeteceu-me fazer algo semelhante (muito menos intimista). A escrita diarística sempre me sensibilizou.