Desinformação exemplar


Maria Dulce Fernandes,

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Aposto que há por cá muita gente a deitar foguetes, quando afinal é tudo pólvora seca. 

(Imagem X)

26 comentários em “Desinformação exemplar”

  1. «Gazeado vem do verbo gazear. O mesmo que: faltado. Significado de gazear. Faltar às aulas ou às obrigações para ir vadiar …»

    «esgazeado / adjetivo
    1.diz-se de olhar inquieto, agitado, que expressa desnorteamento, ira ou estado de perturbação psíquica.
    2. diz-se de cor esbranquiçada, alvar, desmaiada.

  2. Como li hoje num artigo de opinião, para estas luminárias que desculpam o “terrorismo democrático” , Israel tem o direito de se defender…desde que não o faça.
    É a malta que, ainda a procissão não tinha saído do adro já berrava “Free Palestine”, “força desproporcionada” e outras expressões para empurrar as culpas para as vítimas, desculpando terroristas.
    A malvadez, o ódio e a crueldade em estado puro do 7 de Outubro, é convenientemente esquecido por esta trupe de imbecis. Para eles o trabalho de Eichmann ficou a meio. Esta gente é doente.

      1. O comunismo e o nazismo não são coisas antagónicas — até chegaram a ter um pacto entre eles para dividir a Europa — e recorreram aos mesmos métodos ao longo da história. Poder absoluto do estado sobre os cidadãos, subjugação da justiça às leis do partido, prisões, campos de “reconversão”, milícias populares, assassinatos, etc. Tudo igual.

        1. É certo, V. Só que ultimamente os métodos já nem são encapotados. Para quê? Demonizar os oponentes é bem mais simples, e o triste é que há muito quem engula isto tudo “Hook, Line, And Sinker”…

      2. uma das formas “orgânicas” do nazismo é serem superiores aos outros povos, até usa fardas para se destrinçar.
        sempre me preocupou quem anda vestido de igual que parece obedecer a um “patrão supremo”. Tempos houve que os da esquerda eram conhecidos por não usar gravata capitalista.
        agora vemos os da IL sem gravata e como uma espécie de farda todos vestidos de igual o que não dá um ar liberal e parecer não haver outra escolha.
        e quanto ao SIONISMO moita carrasco que disso não se fala.

        1. Restaurar um estado judeu independente, neste caso Israel, é o que mais se tem falado desde que me lembro. Moita carrasco sim, mas para as simpatias politico-partidarias nacionais no Médio Oriente.

          1. A propósito de farda…naqueles regimes” onde os amanhãs cantam” mas, afinal, nunca cantaram é usual ve-los todos fardadinhos de igual. A única diferenca é que estão riquíssimos e o povo na miséria.
            Mais um com a conversa do “sionismo” que, traduzido, é apenas o ódio ao judeu, o ódio a Israel, o ódio aos EUA, o ódio ao Ocidente com que tentam disfarçar o antissemitismo que lhes está nas entranhas. Molotov e Ribbentropp que o digam… este é apenas mais outro que acha que Einchmann ficou a meio. São iguaizinhos e já nem se preocupam em disfarçar.

          2. o Cesar está a ver mal e quem vê mal aguenta bem com o sionismo: um estado pro judeus na terra prometida.
            não fora assim os ingleses teriam saído da Palestina e lá ficariam os palestinianos e alguns judeus que também lá estavam.

          3. Os ingleses fizeram o que fizeram, mas bem vistas as coisas, nunca houve um estado palestiniano. Com alguns( provavelmente vários) erros pelo meio, cá vai uma retrospectiva:
            1) Antes do moderno Estado de Israel, existia um mandato britânico, não um estado palestiniano.
            2) antes do mandato britânico
            Existia o Império Otomano, não o estado palestiniano.
            3) Antes do Império Otomano, existia o estado islâmico mameluco do Egipto, e não o estado palestiniano.
            4) Antes do estado islâmico dos mamelucos do Egipto, existia o Império Aiúbida, não o estado palestiniano. Gopher IV de Bolanski, conhecido como Godfrey de Bouillon, conquistou Jerusalém em 1099.
            5) Antes do império Aiúbida existia o Reino Cristão de Jerusalém, não o estado palestiniano.
            6) Antes do Reino de Jerusalém existiam os impérios Umayyad e Fatímida, não o estado palestiniano.
            7) Antes dos impérios Omíada e Fatímida, existia o Império Bizantino, não o estado palestiniano.
            8)Antes do Império Bizantino, existia o Império Romano, não o estado Palestiniano.
            9) Antes do Império Romano, existia o estado Hasmoneu, não o estado palestiniano.
            10) Antes do Estado Hasmoneu, existia o Estado Slavkid, não o estado palestiniano.
            11) Antes do Império Eslavo, existia o império de Alexandre, o Grande, e não o estado palestiniano.
            12) Antes do império de Alexandre da Macedônia, existia o Império Persa, não o estado palestiniano.
            13) Antes do Império Persa, existia o Império Babilônico, não o estado palestino.
            14) Antes do Império Babilônico, existiam os reinos de Israel e Judá, não o estado palestiniano.
            15) Antes dos reinos de Israel e Judá existia o reino de Israel, não o estado palestiniano.
            16) Antes do reino de Israel existia uma teocracia das doze tribos de Israel, não do estado palestiniano.
            17) Antes da teocracia das doze gerações de Israel, havia uma aglomeração de cidades cananéias independentes, e não o estado palestiniano.
            Na verdade, este canto da terra teve praticamente tudo menos um estado palestiniano.

          4. e as cidades de canaã , por não terem estado, passaram por direito divino para os judeus originários da caldeia ? essa é boa.
            a ciência tem coisas más e boas…ora , quem tem direito à terra santa são os libaneses:
            ” a comparação revelou que os libaneses descendem dos cananeus e herdaram mais de 90% de seus genes do povo antigo. O restante, pouc …”

            Leia mais em: https://veja.abril.com.br/ciencia/analise-genetica-revela-qual-foi-o-destino-dos-cananeus

          5. Não era para a senhora. Mas para o iluminado que vem para aqui retorcer a História

          6. Não tenho qualquer dúvida de que há por cá infiltrados. Se se tratasse de ficção, diria sleepers organizados em células, mas a realidade é bem mais estranha do que a ficção.

          7. A realidade é mais estranha sem dúvida, ainda para mais tendo em conta o que temos visto de terrorismo na Europa na última década e vermos que (segundo o articulista do CM Octavio Ribeiro) o personagem em questão é inclusive sustentado pelo Estado espanhol.

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