Recortes da imprensa – A emergência climática


Paulo Sousa,

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O Mensageiro  – 26 de Março de 1932

22 comentários em “Recortes da imprensa – A emergência climática”

  1. Tanta contradição num texto tão curto. É um calor que faz lembrar o de junho, mas também “o frio intenso que tem feito” e as “últimas geadas”.

    1. A Natureza inventou aquilo da amplitude térmica – por vezes grande amplitude térmica – sem obter a lavoural aprovação.
      É contraditório. E grave, muito grave!

  2. Os maluquinhos das mudanças climáticas, com o nosso choné Guterres á cabeça, não param de gritar que vem aí o lobo, que o planeta já começou a dar o grande estouro, que não tarda iremos todos para o maneta, e não sei mais o quê.
    Não tarda nada terei 88 anos no pêlo e lembro.me bem de Verões de brasa e de secas medonhas que levava o meu avó a clamar que desta vez, querido neto, o gado não vai escapar.
    Sempre foi isto, sempre foi assim, mas a cambada agourenta do que isto está por um fio, lá saberá o que pretende com todo este alarido.

    1. A memória meteorológica é muito falível e mesmo que estejamos perante mudanças no ciclo do clima, e parece que sim, para chamar a isto “global boiling” é preciso sofrer de um certo grau de alucinação.

      1. A memória meteorológica é muito falível

        Sem dúvida.
        As pessoas facilmente são capazes de dizer “este verão foi muito fresco” quando ele teve, demonstravelmente, temperaturas em média bastante mais altas do que os verões dos últimos trinta anos.

        para chamar a isto “global boiling” é preciso sofrer de um certo grau de alucinação

        Sem dúvida. As temperaturas no Alentejo podem estar escaldantes, mas o Porto manter-se fresco. A Índia pode estar a ferver, mas na Sibéria estar cada vez mais ameno.

  3. Eu bem me parecia que as alterações climáticas já vinham do tempo de Salazar. Se os gajos da climáximo na altura o tivessem pintado de verde se calhar agora não estávamos com 48% do país em seca severa.

    1. Li hoje terem começado a tombar os primeiros flocos de neve na Estrela.Veja bem,só agora.
      Se eu ainda me lembro de haver lá neve todo o ano. Pois não se arranjava gelo no Verão para os gelados ainda sem geladeiras à venda? Vinha de lá e doutras partes do Reyno.Haverá um século e meio se tanto. Depois foi um ver-se-te-avias de termoeléctricas,barragens,açudes,represas,minas de fósseis,gás e electricidade,sapatilhas poluentes,pneus,s.u.v.s,plásticos e preservativos metacrílicos,bichinhos torturados,flatos vacuns e eructações porcinas,os propelentes das geladeiras a furar o ozono.
      E o calor a subir,a subir.Os mares a subir , a subir, O pólo a derreter,os dois,norte sul.
      No termo há donas cloroquinas a negar.
      Que se lhe há-de fazer ? Borrar a Mona Lisa e a Guernica,atirar verde ao ministro,furar os pneus,partir as montras,arrancar a canalização da luz e do gás e voltar à tocha,ao cru,vestir
      cascas.Beber das fontes,ali ao virar a esquina.

    2. se o pintado de verde se refere a à plantação de eucaliptos para as celuloses, então estávamos bem melhor em relação à seca.

  4. Veja bem há quanto tempo começou o esquentamento global.E vai-se ver mais e viria lá de trás.
    Olhe que foi o uso generalizado do fogo pelos hominídeos mais o arrancar dos sobreiros o responsável pela fervura planetária.
    Nunca houvera qualquer alteração climática,o problema é o homem,a mulher,o trans,o bi,o tri,
    os puns.

  5. Porque é que a escumalha negacionista não emigra para uma das ilhas do Pacífico que estão em risco de submersão?

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