
Paulo Sousa: «O mundo é desigual, mas o que mata é a pobreza e não a desigualdade. Sendo nós inquestionavelmente iguais na dignidade, temos expectativas desiguais. Por isso alguns de nós aceitam coisas que outros nunca chegariam a considerar.»
Eu: «Em Portugal, ao contrário do que sucede noutros países, a regra não é o Estado confiar nos cidadãos. A regra é o Estado desconfiar dos cidadãos. Como se existisse para servir-se de nós e não para nos servir, como é nosso direito e seu dever.»
