DELITO há cinco anos


Pedro Correia,

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Paulo Sousa: «O mundo é desigual, mas o que mata é a pobreza e não a desigualdade. Sendo nós inquestionavelmente iguais na dignidade, temos expectativas desiguais. Por isso alguns de nós aceitam coisas que outros nunca chegariam a considerar.»

 

Eu: «Em Portugal, ao contrário do que sucede noutros países, a regra não é o Estado confiar nos cidadãos. A regra é o Estado desconfiar dos cidadãos. Como se existisse para servir-se de nós e não para nos servir, como é nosso direito e seu dever.»

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