
Paulo Sousa: «A leviandade com que enganamos os nossos compatriotas faz parecer que estamos mesmo convictos de que não nos estamos a enganar a nós próprios.»
Sérgio de Almeida Correia: «Os vícios de Sócrates já existiam antes, existem em todos os partidos, e continuam depois dele. No PS até hoje não mudou nada. E os mesmos que o apoiaram também deliraram com Soares, Sampaio, Constâncio, Guterres, Seguro e Costa, e apoiarão o próximo que aparecer quaisquer que sejam as suas ideias, circunstâncias, percurso ou passado. Como se fossem todos iguais, como se fôssemos todos iguais e todos tivéssemos os mesmos méritos.»
Eu: «A Selva é um livro precursor. Num tempo em que ninguém falava em ecologia, faz da floresta a personagem principal. Capítulo após capítulo, ela arrebata-nos com o seu encanto, o seu sortilégio, o seu feitiço, a sua solidão imensa. A floresta amazónica, pulmão do planeta, é berço de incontáveis vidas. Mas também túmulo de intrépidos e de incautos. Ali todo o cuidado é pouco. E o respeito quase sagrado pela natureza, que nestas páginas assume carácter totémico, é vital para a preservação da espécie humana.»

Meu caro Pedro,
recordo perfeitamente o seu texto sobre A Selva. Era um daqueles livros que eu tinha em “lista de espera” há anos mas que, por esta ou aquela razão, sempre ficara em segundo plano. E foi o seu texto que me fez decidir (finalmente!) avançar para a sua leitura.
Depois… uma série de acontecimentos levou a que me fosse oferecido um velho exemplar, por uma mulher muito especial. E o resto, bem… é história!
Obrigado.
Ainda bem que contribuí para abrir esse caminho, meu caro. Fico muito satisfeito.