
Cristina Torrão: «Todas as mulheres já foram molestadas e assediadas, independentemente da maneira como se vestem, ou como se maquilham (ou não maquilham). Muitos homens até preferem as discretas e tímidas por serem mais susceptíveis de não reagir. As que dizem que não se importam, por ser “normal”, apenas recalcam o mal-estar e contribuem para a impunidade dos agressores.»
João André: «Não sou alguém que siga muito o futebol feminino, em grande parte porque são raros os jogos transmitidos na televisão. Mas quando posso tento vê-los. São bem disputados, mais abertos que os jogos masculinos e com uma competitividade e qualidade que aumenta de ano para ano.»
Eu: «Mal tive tempo de levantar o braço esquerdo e “relaxar os músculos”, já a gentil enfemeira estava a pôr e a tirar a agulha. Sugerindo-me que aplicasse ali gelo caso inchasse e doesse nas 48 horas seguintes. (…) Lá fiquei meia hora no recobro, como mandam as regras. Dão-nos um pacote com bolachinhas, uma peça de fruta, meio litro de água. Com os cumprimentos da Câmara Municipal de Lisboa, juntando o útil ao agradável em ano de eleições autárquicas.»

Não sou alguém que siga muito o futebol feminino, em grande parte porque são raros os jogos transmitidos na televisão. Mas quando posso tento vê-los.
Hoje mesmo vai ser transmitida a final da Taça, a partir das 17:15, na RTP1.
Daqui a uma semana haverá outro jogo, no canal 11, entre o FC Porto e o Valadares Gaia.
Atualmente o canal 11 transmite bastantes jogos de futebol feminino.
Estivesse eu em Portugal e talvez os visse, assim é mais difícil. Mas tento seguir os que aparecem na televisão aqui e até fui ver um da fase de grupos da Liga dos Campeões feminina.
Continuo da opinião que são muito mais interessantes que os masculinos (embora o PSG – Bayern de há umas semanas tenha sido extraordinário)
Ó futebol feminino é, na minha opinião, bastante mais agradável do que o masculino, porque elas passam o tempo quase todo efetivamente a jogar, em vez de passarem o tempo a dar cacetada nos adversários como os homens fazem, e depois a contorcerem-se com dores no relvado e/ou a mandar vir com o árbitro.