A essa criança socialista que espero a cegonha nunca traga de Paris, diria o saudoso Joaquim “Camion”, lá da minha Santarém: ” olhe menino, é dar-lhe açorda e umas lamiras na tromba, que isso passa-lhe…”
Prezado Senhor Rocha Não fazendo de si Maya, peço-lhe o favor de me dizer o que fazer perante esta situação:
é que o “sacana” do Sócatres mais uma vez, quer dar cabo da minha vida… Emprestei 145 euros ao meu puto para comprar um lelemóvel… e o malvado diz-me na cara: Papá divida de criança não é para pagar!
Até em França o cara chateia a malta… Porquê não se engaja de vez numa off-shore.. ou lá o que é isso!
Rui, Sócrates já era, já faz parte do passado. Já temos outro governo, igual ou pior do que o anterior, e é altura de olhar para o presente e o futuro. Mas o que vejo é muita gente a ressacar da falta de uma dose diária de Sócrates… Li a declaração toda (repito: toda) e não apenas a parte que convém aos ressacados e que é por estes divulgada. Apesar de discordar da filosofia dele e do princípio que defendeu, a verdade é que quase todos os estados capitalistas têm, nas últimas décadas, cumprido tal princípio. E por muito que odiemos o homem, diz o povo que quem diz as verdades não merece castigo (de alguém que mentiu tanto, não deixa de ser irónico que tenha dito esta grande verdade…) Também contribuí para correr com ele, mas é altura de andar em fente (se possível, pois o actual governo insiste em cortar-nos as pernas) e também já é altura de avaliar se as medidas e as ideias deste governo são boas ou más. Mas quem leia alguns bloggers pode ficar com a vaga ideia de quem ainda governa é Sócrates… Abraço.
Eu concordo consigo, Ricardo. A análise séria deve ser dirigida às acções deste governo. Por exemplo, as questões colocadas aqui mais acima pelo Luís M. Jorge são muito pertinentes. Do ponto de vista da política económica e financeira, o governo anterior é precisamente o maior aliado do actual. O estado a que as coisas chegaram torna muito difícil distinguir aquilo que é inevitável daquilo que é opção. Restam-nos, portanto, as questões de carácter ou o domínio da ética. Quando, na minha opinião, estas questões se têm colocado, tenho-as referido (viatura de Pedro Mota Soares, subsídio de alojamento de Miguel Macedo, por exemplo) salvo nos casos em que outros colegas de blogue as vão abordando. Mesmo aí, e na minha avaliação (e o critério “editorial” é meu), os actuais governantes são uns meninos quando comparados com os anteriores. Entretanto, quando se trata de ironia (e o Delito tal como eu o entendo tem também uma versão lúdica), divirto-me mais quando Sócrates e sus muchachos são o alvo. Por último, devo ainda dizer que ao contrário de si, penso que se fala pouco de Sócrates. Em muitas outras paragens, alguém que conduziu o país à actual situação não seria alvo, apenas, de posts irónicos e da congénita maledicência portuguesa.
Eheheheh!!!
A essa criança socialista que espero a cegonha nunca traga de Paris, diria o saudoso Joaquim “Camion”, lá da minha Santarém: ” olhe menino, é dar-lhe açorda e umas lamiras na tromba, que isso passa-lhe…”
Parece-me um desperdício a coisa de lhe dar açorda, Fernando.
Prezado Senhor Rocha
Não fazendo de si Maya, peço-lhe o favor de me dizer o que fazer perante esta situação:
é que o “sacana” do Sócatres mais uma vez, quer dar cabo da minha vida…
Emprestei 145 euros ao meu puto para comprar um lelemóvel… e o malvado diz-me na cara: Papá divida de criança não é para pagar!
Até em França o cara chateia a malta… Porquê não se engaja de vez numa off-shore.. ou lá o que é isso!
Obrigado e boa ponte.
Inscreva já a criança no PS, Enganado. Vai ver que não se arrepende.
Muito agradecido senhor Rocha
Amanhã vou ao Rato, levo puto bem “seguro” pela mão… falo com o Zurrinho e inscrevo o “canalha” !
Se todos os portugueses seguissem os seus conselhos… o País estaria muito melhor!
Obrigadissimo.
Isso, homem. Sobretudo não se deixe enganar.
Rui, Sócrates já era, já faz parte do passado. Já temos outro governo, igual ou pior do que o anterior, e é altura de olhar para o presente e o futuro. Mas o que vejo é muita gente a ressacar da falta de uma dose diária de Sócrates…
Li a declaração toda (repito: toda) e não apenas a parte que convém aos ressacados e que é por estes divulgada. Apesar de discordar da filosofia dele e do princípio que defendeu, a verdade é que quase todos os estados capitalistas têm, nas últimas décadas, cumprido tal princípio. E por muito que odiemos o homem, diz o povo que quem diz as verdades não merece castigo (de alguém que mentiu tanto, não deixa de ser irónico que tenha dito esta grande verdade…)
Também contribuí para correr com ele, mas é altura de andar em fente (se possível, pois o actual governo insiste em cortar-nos as pernas) e também já é altura de avaliar se as medidas e as ideias deste governo são boas ou más. Mas quem leia alguns bloggers pode ficar com a vaga ideia de quem ainda governa é Sócrates…
Abraço.
Eu concordo consigo, Ricardo. A análise séria deve ser dirigida às acções deste governo. Por exemplo, as questões colocadas aqui mais acima pelo Luís M. Jorge são muito pertinentes. Do ponto de vista da política económica e financeira, o governo anterior é precisamente o maior aliado do actual. O estado a que as coisas chegaram torna muito difícil distinguir aquilo que é inevitável daquilo que é opção. Restam-nos, portanto, as questões de carácter ou o domínio da ética. Quando, na minha opinião, estas questões se têm colocado, tenho-as referido (viatura de Pedro Mota Soares, subsídio de alojamento de Miguel Macedo, por exemplo) salvo nos casos em que outros colegas de blogue as vão abordando. Mesmo aí, e na minha avaliação (e o critério “editorial” é meu), os actuais governantes são uns meninos quando comparados com os anteriores. Entretanto, quando se trata de ironia (e o Delito tal como eu o entendo tem também uma versão lúdica), divirto-me mais quando Sócrates e sus muchachos são o alvo. Por último, devo ainda dizer que ao contrário de si, penso que se fala pouco de Sócrates. Em muitas outras paragens, alguém que conduziu o país à actual situação não seria alvo, apenas, de posts irónicos e da congénita maledicência portuguesa.