Programar um evento cultural pode ser divertido ou um tormento. No caso da conferência do Tempo, no Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva – é sempre uma diversão. Laborinho Lúcio fez uma conferência inaugural brilhante, os debates correram bem, a SIC Notícias esteve em directo, até mesmo o programa Expresso da Meia Noite, tivemos cinema (ainda decorrem filmes a esta hora!) e discoteca (que continua em crescendo e sempre um bom pretexto para ver os amigos). Defeitos? Nada. Apenas um cansaço súbito e uma dor nos pés.
A equipa do pavilhão está de parabéns, bem hajam pelo empenho e entusiasmo. Vocês são os maiores.
Amanhã a coisa continua, festejamos o tempo, a entrada no Verão e das 9 da manhã com ginástica até à conversa final com João Lobo Antunes, há ateliers diversos, exposições, workshops, debates. Enfim, uma programação de luxo que merecia mais público? Sim, é verdade. Temos a desculpa da música no Terreiro do Paço, de ser sexta-feira, de um qualquer jogo de futebol. Quem esteve e encheu o auditório para ouvir e fazer perguntas ficou a saber muitas coisas e terá ficado com curiosidade sobre outras tantas. Aviso: no Observatório na Ajuda, no domingo, pelas 21h00 podem ver a lua cheia e aprender mais com Rui Agostinho, o homem que desfez todo o meu imaginário sobre o Planeta e o tempo:) Ah, esqueci-me: amanhã continuam os jogos matemáticos. Já não teremos a prova de vinho – obrigada à Fundação Eugénio de Almeida – e também não teremos o movimento slow food, mas há maneiras de fazer gelatina que nem imaginam.

Gostava muito de ter ido. Mas não me abalanço, sozinha, de carro, por aquelas bandas, porque já tive um dissabor. E os meus amigos queriam todos ir para o Terreiro do Paço e Chiado, Helas, não os convenci!
🙂 para o ano há mais, Helena, e eu vou apanhar-te com muito gosto! Considera-te já convidada! Beijos