A grande maioria das pessoas entra em stress se chega à rua e verifica que se esqueceu dele em casa , mesmo os que sabem bem que a probabilidade de alguém lhes ligar é quase nula e só vão demorar 10 minutos . Acho mesmo que se saíssem em cuecas não ficavam tão aflitas .
Mas há anos que existem paranóias semelhantes , a tecnologia japonesa ajudou sempre muito. A mais engraçada é a dos turistas que , pelo mundo inteiro , em vez de “viverem” o momento sempre optam por “fotografar” o momento . O argumento era poder revivê-lo . “Revivê-lo” ? No fundo é o que diz no seu comentário a Ana Vidal .
Pois, RMG. Há os que vivem a vida verdadeira e os que vivem a vida virtual. Estes andam em expansão acelerada. Com os belos resultados que estão à vista.
Grandes prazeres:
O telemóvel avariado?
Grande prazer: não ter iPad. Olhar o mundo em redor, tal como é, enquanto tantos outros vêem o mundo através de um ecrã.
Não tenho ipad e nunca lhe senti a falta. Já me basta o telemóvel e o guarda-chuva para deixar em todo o lado…
Pois que Deus abençoe o larápio que me furtou tal aparelho. Quase cinco meses dessa ausência melhorou bastante a minha existência 🙂
Nesse caso tratou-se de um verdadeiro “amigo do alheio”, Gui.
A grande maioria das pessoas entra em stress se chega à rua e verifica que se esqueceu dele em casa , mesmo os que sabem bem que a probabilidade de alguém lhes ligar é quase nula e só vão demorar 10 minutos .
Acho mesmo que se saíssem em cuecas não ficavam tão aflitas .
Mas há anos que existem paranóias semelhantes , a tecnologia japonesa ajudou sempre muito.
A mais engraçada é a dos turistas que , pelo mundo inteiro , em vez de “viverem” o momento sempre optam por “fotografar” o momento .
O argumento era poder revivê-lo .
“Revivê-lo” ?
No fundo é o que diz no seu comentário a Ana Vidal .
Pois, RMG. Há os que vivem a vida verdadeira e os que vivem a vida virtual. Estes andam em expansão acelerada. Com os belos resultados que estão à vista.
Não posso estar mais de acordo consigo de uma ponta à outra do que diz .
E como é óbvio as coisas só podem piorar , em círculos viciosos de fuga à realidade que é uma “coisa chata” .