Não sou, de facto… O Eng.º Sousa Veloso está ciente, quer-me parecer, que várias gerações, que hoje simpatizam com aquele sorriso e com aquele ‘despeço-me com amizade’, viam nele o senhor que impedia os bonecos de começar. E ainda havia, pelo menos no meu tempo, o 70×7, magazine religioso, mas sujo genérico não encontrei no YouTube. Davam um a seguir ao outro, não sei qual deles primeiro.
Hoje, isto deixou de dar. Os desenhos animados chegam-nos a toda a hora, um dia em Gouveia, outro dia na António Arroios, depois em Cascais, festejando com banquetes a fraqueza cada dia maior da economia, o aumento do desemprego e a falência do crescimento demográfico. Hoje… ainda a fúria não se enfureceu, nem a impaciência se impacientou… reforçam-se, para acautelar o imprevisível, as seguranças dos personagens.
É claro que raiva, raiva, era quando o Vasco Granja começava por apresentar uns “extraordináaaaaaaarios” desenhos animados da Checoslováquia enquanto a malta esperava pelos do Bugs Bunny.
Todos eles premiados em festivais para lá da cortina, quase sempre com cor pálida como eventualmente convinha. Vá lá que, por umas vezes, não sei se obrigado, o Vasco Granja mostrava os, segundo ele, tomijér.
Ai o Eng.º Sousa Veloso sempre a falar do míldio, e aquilo que nunca mais acabava! O programa de Pedro Homem de Mello, de cujo nome não consigo lembrar-me, era sobre folclore. Como é óbvio, também o odiava. Nada de anormal para a catraia que então era (nascida em 60), tal como odiava (por não perceber nada) o Imagens da Poesia Europeia, de David Mourão Ferreira. Estranhamente, adorava O Tempo e a Alma, que julgo ter sido o primeiro programa de José Hermano Saraiva.
Aconteceu precisamente o mesmo comigo. Sou muuuuito mais velho que a Teresa (nasci em 59!!!!) e recordo como se fosse hoje os programas do Professor José Hermano Saraiva que adorava. E aquele do Jorge Alves? Como é que se chamava? Só sei que ele iniciava sempre com um “Olá amigos” de uma voz rouca.
Beeemmmmmm… E não és de certeza do tempo do Zorro, que depois virou “Mascarilha”. Era um sofrimento, sim!
Não sou, de facto…
O Eng.º Sousa Veloso está ciente, quer-me parecer, que várias gerações, que hoje simpatizam com aquele sorriso e com aquele ‘despeço-me com amizade’, viam nele o senhor que impedia os bonecos de começar.
E ainda havia, pelo menos no meu tempo, o 70×7, magazine religioso, mas sujo genérico não encontrei no YouTube. Davam um a seguir ao outro, não sei qual deles primeiro.
Tenho ideia de que, ainda antes do 70×7, havia um outro programa religioso que começava com o Gloria de Vivaldi. Deve ter sido lá por 1968 a 70.
Hoje, isto deixou de dar. Os desenhos animados chegam-nos a toda a hora, um dia em Gouveia, outro dia na António Arroios, depois em Cascais, festejando com banquetes a fraqueza cada dia maior da economia, o aumento do desemprego e a falência do crescimento demográfico.
Hoje… ainda a fúria não se enfureceu, nem a impaciência se impacientou… reforçam-se, para acautelar o imprevisível, as seguranças dos personagens.
É claro que raiva, raiva, era quando o Vasco Granja começava por apresentar uns “extraordináaaaaaaarios” desenhos animados da Checoslováquia enquanto a malta esperava pelos do Bugs Bunny.
Todos eles premiados em festivais para lá da cortina, quase sempre com cor pálida como eventualmente convinha. Vá lá que, por umas vezes, não sei se obrigado, o Vasco Granja mostrava os, segundo ele, tomijér.
Lembro-me bem deste programa.
E de um outro programa com um senhor chamado Pedro Homem de Melo (imagine!!!) e que eu na altura odiava olimpicamente.
Ai o Eng.º Sousa Veloso sempre a falar do míldio, e aquilo que nunca mais acabava!
O programa de Pedro Homem de Mello, de cujo nome não consigo lembrar-me, era sobre folclore. Como é óbvio, também o odiava.
Nada de anormal para a catraia que então era (nascida em 60), tal como odiava (por não perceber nada) o Imagens da Poesia Europeia, de David Mourão Ferreira.
Estranhamente, adorava O Tempo e a Alma, que julgo ter sido o primeiro programa de José Hermano Saraiva.
Aconteceu precisamente o mesmo comigo. Sou muuuuito mais velho que a Teresa (nasci em 59!!!!) e recordo como se fosse hoje os programas do Professor José Hermano Saraiva que adorava. E aquele do Jorge Alves? Como é que se chamava? Só sei que ele iniciava sempre com um “Olá amigos” de uma voz rouca.
O programa do Jorge Alves chamava-se ‘Cartaz TV’. Lembro-me perfeitamente. E gostava muito de o ver.