Sabíamos, era assim e fazia parte da coisa, que Portugal não ganhava nem os europeus nem os mundiais nem as eurovisões nem as misses nem as otis… Mas tínhamos outra consolação.
A fúria, depois a impaciência, quando, aos Domingos, os desenhos animados nunca mais começavam porque isto estava a dar:
Aos 35 anos somos profissionalmente encarados como crianças, mesmo por aqueles – ou sobretudo por aqueles – que, gerações idas, estavam profissionalmente instalados aos 30.