4 de Fevereiro
Governo aprova Orçamento do Estado
5 de Fevereiro
Orçamento recompõe a carga fiscal e recupera o rendimento
11 de Fevereiro
Governo já entregou errata do Orçamento do Estado
12 de Fevereiro
Errata ao Orçamento tem 46 páginas
12 de Fevereiro
Afinal Orçamento prevê manutenção da carga fiscal para 2016
12 de Fevereiro
Finanças fazem errata à errata: carga fiscal desce

Tem razão, é para seguir a linha do anterior governo que foi de rectificativo em rectificativo e que NUNCA cumpriu nenhum orçamente tendo inclusive de rectificar orçamentos rectificativos, isto é só a continução da palhaçada se fosse para rir…
E esta é que era uma frase para destacar mas não deve interessar…
“temos sido uns carneiros e temo-nos iludido com promessas sucessivas.”
Não é de agora.
Há muito que estou cansado deste tipo de comentário político.
Faz-me lembrar aqueles (e são muitos e de todos os clubes) que discutem o resultado de um jogo de futebol a partir das pequenas faltas ambíguas e cometidas a meio campo.
Tomara que todos os nossos problemas fossem os das Erratas.
Quanto aos Modelos dos Orçamentos, esses, é que são aflitivos porque se repetem, sempre aumentando impostos para se continuar a dar o que não se tem.
“Os problemas significativos que enfrentamos não podem ser resolvidos no mesmo nível de pensamento em que estávamos quando os criámos.”
Albert Eintein
Portanto, neste modelo não será de estranhar que, depois, venham mais medidas adicionais com novos aumentos de impostos.
Neste País, até se chegaram a pedir empréstimos para pagar durante 75 anos, esta mentalidade colectivista que só serve para comprar votos, apenas mostra o grau de egoísmo a que se pode chegar. Mas a culpa não é só dos Partidos políticos mas, também, da qualidade do povo que é governado.
Penso que todos concordarão que todas as gerações têm o direito de forjar o seu próprio destino, no entanto, estamos a ver como o egoísmo da geração a que eu chamo GTAG – Geração do Tudo Adquirido e Garantido, se está a borrifar para as gerações futuras, até daquelas que ainda não nasceram.
Sabemos que gastamos mais do que aquilo que produzimos, sabemos que continuamos a precisar de pedir dinheiro emprestado mas, muitos, não saberão que, quando os países ricos emprestam dinheiro aos países mais pobres da UE, esse dinheiro sai dos impostos dos cidadãos desses países, no entanto, os que recebem ainda têm a lata e o descaramento, de se achar no direito de arriscar, novamente, aquilo que não resultou e, no meio disto tudo, o que se vê?
Todos a tentar abocanhar o mais que puderem e, mais uma vez, um Governo que distribui o que não tem, sem qualquer garantia que vá vir a ter mas que continua no mesmo processo de sempre, para poder garantir a sua continuação no poder e, assim, poder satisfazer as suas clientelas partidárias. E, assim, continuará o modelo da “pescadinha de rabo na boca” que, já pouco faltará, para ser só espinhas, para os de hoje mas, pior, para muitos que ainda nem sequer nasceram.
Quando já não houver mais ninguém a quem espremer mais impostos, se os outros países se fartarem de dar dinheiro, incluindo, os tais “malignos” mercados, se todas as “fontes secarem” aí, talvez políticos e idiotas, aprendessem, de uma vez por todas, a gerir dinheiro.
Infelizmente, não vão aprender porque, o que estamos, realmente, a perder, todos os dias, não só nós mas, quase todos os países, desgovernados por políticos mesquinhos, arrogantes, egoístas e gulosos que venderam e continuam a vender, o bem mais precioso dos seus cidadãos, de hoje e futuras gerações e, que se chama Liberdade.
E, o pior, a esquerda sabe disso mas, infelizmente, só consegue reinar onde quase todos forem miseráveis, assim, em nome de acabar com a pobreza, só lhe interessa nivelar por baixo, não é de estranhar que, após tantos governos socialistas, quanto mais mexem, remexem, regulam e tentem equilibrar, o resultado é bem visível, acabam sempre por aumentar a desigualdade entre ricos e pobres.
E, já agora, quanto às 35 horas para os funcionários públicos, o melhor será pensarem bem, não será preferível ficarem em casa e, todos os meses, os privados irem-vos entregar o ordenado a casa?
É que num país a cair aos bocados, há coisas que começam a deixar de ser um direito para soar mais a… abuso.
Inteiramente de acordo, e então a palhaçada das 35 horas só demonstra a demagogia que vai neste país.
Um bom funcionário exige antes de mais eficazes condições de trabalho, de que serve a um professor leccionar 35 horas se as salas em que dá aulas, são frias, se os seus alunos tiveram de fazer uma hora de transportes para chegar á escola, se está numa escola sumptuosa mas não existe dinheiro para o papel das fotócopias.
Ou um enfermeiro que está sozinho numa enfermaria com 20 doentes a cargo e não tem um ou dois colegas para o ajudarem porque em vez de meterem mais enfermeiros preferem dar aos poucos que estão um horário mais pequeno e esmifra-los mais ainda por outro lado. De que serve a um soldado a melhor metralhadora se não tem balas para a municiar ou o melhor tanque se não tem gasóleo para o fazer andar.
As exigências salariais dos trabalhadores podem ser ficções num País a braços com uma terrível divida que nunca poderá ser paga mas creio que também não poderemos passar-lhes por cima e esquecer os escândalos financeiros que têm dado golpes decisivos na nossa Liberdade enquanto Nação já para não falar nos traidores que venderam Portugal por meia dúzia de milhões para eles próprios se lambuzarem também.
Muitos tratados e contractos assinados pelos governantes nas ultimas 3 décadas configuram crime de traição.
E depois temos ainda as cortes de figurantes desta farsa que agem sub-repticiamente na ânsia de colherem as migalhas que caiem da mesa dos actores principais.
” (…) Represento uma política de verdade e de sinceridade, contraposta a uma política de mentira e de segredo. Advoguei sempre que se fizesse a política da verdade, dizendo-se claramente ao povo a situação do País, para o habituar à ideia dos sacrifícios que haviam um dia de ser feitos, e tanto mais pesados quanto mais tardios.
Advoguei sempre a política do simples bom senso contra a dos grandiosos planos, tão grandiosos e tão vastos que toda a energia se gastava em admirá-los, faltando-nos as forças para a sua execução.
Advoguei sempre uma política de administração, tão clara e tão simples como a pode fazer qualquer boa dona de casa — política comezinha e modesta que consiste em se gastar bem o que se possui e não se despender mais do que os próprios recursos. “
Tem toda a razão. Só se esqueceu dum pormenor muito importante, Bruxelas quer redução de função pública e assim sendo, pergunta-se: que estamos nós a fazer nesta UE que nos humilha e estrangula e pouco lhe importa se estamos bem ou mal? Chega de hipocrisia…
E foi pela mão de quem que chegámos a Bruxelas?
A pressa era tanta, “por cheirar a dinheiro” que nem nos deixaram votar se, queríamos ou não, entrar na CEE. Primeiro que sim e depois que não era preciso…
Curiosamente, vão ficar na História os que tanto se esforçaram para entrarmos “na boca do Lobo” ou será… os que tanto lucraram com essa entrada… uma grande dúvida ou uma triste realidade?
Hipocrisia????
Bruxelas não é uma causa mas uma consequência. Pessoas adultas com um mínimo de QI sabem que todas as escolhas têm consequências. E agora culpam Bruxelas? Pois eu lembro-me de muitos políticos culpados desta situação e, foi tudo “costurado”, muito antes de Bruxelas.
Chegámos a Bruxelas à CEE. Onde está a CEE? Foi nessa que entrámos e não na UE que nada tem de CEE. Disse bem “pessoas adultas com um mínimo de QI sabem que todas as escolhas têm consequências. E agora culpam Bruxelas? ” Culpa-se Bruxelas porque os políticos que foram entrando, destruíram o sonho daqueles que um dia formaram a CEE, a qual foi feita para que os países mais ricos, ajudassem os mais pobres. Hoje existe uma UE que nunca se preocupou em saber se os países para onde mandavam dinheiro, para fazerem auto estradas, comprar submarinos que por obra do além, as provas da compra desapareceram cá e na Alemanha foram penalizados, tinham dinheiro para pagar o empréstimo. Culpa-se Bruxelas que carrega nos fracos e fecha os olhos aos países que fecham fronteiras e tiram os pertences a refugiados. É esta UE que nos deve preocupar e não a nossa entrada na CEE que morreu e em vez dessa, nasceu uma UE de hipócritas e cobardes que se escondem por trás de agências de rating, banca e grupos…
Essa do “Culpa-se Bruxelas porque os políticos…” então, se não fossem os políticos… nem se falaria de Bruxelas… portanto, a culpa é dos políticos…
Mas a ideia não era os países ricos ajudarem com dinheiro os países pobres, era:
“com a finalidade de estabelecer um mercado comum europeu. Os Estados signatários foram França, Itália, Alemanha Ocidental (na altura, apenas a República Federal Alemã, e não a República Democrática Alemã) e os três países do Benelux (Bélgica, Holanda e Luxemburgo). O tratado estabelecia um mercado e impostos alfandegários externos comuns, uma política conjunta para a agricultura, políticas comuns para o movimento de mão de obra e para os transportes, e fundava instituições comuns para o desenvolvimento económico. Estas instituições fundiram-se em 1965 com as da CECA e as da EURATOM, graças ao Tratado de fusão (ou Tratado de Bruxelas).”
Posteriormente, aderiram à CEE, o Reino Unido, Irlanda e Dinamarca (1973), Grécia (1981), e, em 1986, Portugal e Espanha e, aqui, só poderia começar a desgraça porque países que até “deram uns jeitinhos nas contas” para poder entrar, nunca deviam ter entrado e os políticos sabiam muito bem que não estávamos em condições de competir nesse Mercado… voltamos a ter que culpar os políticos, especialmente, os dessa altura porque, os que vieram depois, aproveitaram, simplesmente a boleia dos que já eram peritos no assunto para, também, “meter a mão na massa” com, os respetivos amigos e compadres. Foi uma Festa de arromba e de… grandes arrombamentos.
Nessa altura, como agora, há os que sabem, quais são os que vão pagar a Fatura porque a Festa, especialmente para alguns Partidos, ainda não acabou… basta dar mais uns amendoins aos ingénuos e vão continuar a cuidar da vida deles ou pensa que estão lá para cuidar do futuro do país? Estes, até já compram votos à descarada porque isto de alguém pensar que há Partidos que gostam de perder votos através da austeridade é mesmo preciso… estar ceguinho.
Aqui, só posso acrescentar uma frase de Mark Twain
“It´s easier to fool people than to convince them they have been fooled”
Não é Bruxelas que quer a redução; é país todo que já não aguenta cuidar de tanto mamão.
A função publica está sobredimensionada mas o que o zé povinho entende por função publica é o médico, o enfermeiro, o professor, o policia, o funcionário da segurança social ou do fisco que é com esses que lida todos os dias e por azar NÃO SÃO esses que estão a mais (talvez os prof . – muitos IP e escolas superiores têm de ser extintas).
A função publica que está a mais é a que não se vê, não se sente e nada produz além de salamaleques ao partido de turno.
Pelo caso dos vistos gold tem-se uma pequena ideia da enorme burocracia que subjaz ao Estado mas por coincidência são esses os principais intervenientes nas entourages partidárias.
Urge disciplinar o Estado, torna-lo transparente, simples (não simplista) e de fácil escrutínio para o cidadão comum, a tecnologia de hoje permite-o mais que nunca.
A parvalheira é tanta que por ex. na cidade onde vivo o presidente da junta formada após a extinção das 3 existentes (para não falar nas outras próximas) ganha quase tanto como o presidente da câmara quando todos sabemos que as freguesias urbanas não têm razão nenhuma de existir, é um modelo anacrónico, já uma freguesia existente no meio do Alentejo (por ex.) tem toda a razão de existir pois aí podem concentrar-se vários serviços básicos para a população: banco, correios, posto de saúde e se aí houver boas condições para essas populações, talvez outras lá se queiram fixar… o que é de todo desejável para evitar a desertificação…
É obvio que nada mudará e se for será para pior como quando Sócrates fechou tudo e mais alguma coisa pelo País mas o problema não se resolverá, irão continuar com remendos até alguém dizer e fazer BASTA.
Urge não esquecer que o anterior governo ganhou eleições com promessas que depois não cumpriu e como já sabemos o que casa gasta não podemos fiar-nos nesses mentirosos, traidores e irrevogáveis da tanga.
Isto está ingovernável, basta olhar para o número infinito de instituições, institutos e outros departamentos que são, verdadeiras, orgias financeiras estatais mas, chega ao ponto da irrealidade total quando ficam todos muito satisfeitos quando poupam 2 milhões, por exemplo, na Assembleia da República que passou para 90,6 milhões de euros, agora pergunto 90,6 milhões, Num Só Item? para governar 10 milhões de cidadãos que têm de pagar todas as despesas do Estado e onde, só à volta de metade paga impostos e a outra ainda recebe? É claro que nunca se poderá parar de pedir empréstimos com juros, mais empréstimos com mais juros…
Será que não percebem que há algo de muito errado com as contas?
Isto é bem pior mas, muito pior, do que se pusessem o Ali Babá a pagar os impostos dos 40 ladrões…
O PS tem de arranjar para a liderança do Partido alguém que se chame Jesus, talvez, esse, consiga o milagre da multiplicação dos pães e dos peixes porque, até ver, entre governantes e governados, temos um país de sanguessugas que estão a colaborar, ativamente, para transformar Portugal num país escravos… para toda a Eternidade.
Centeno? Não. Bruxelas impõe e obriga, tal como fez com a Grécia. É esta a UE que temos, para uns é isto, para outros, de direita tapa os olhos. É esta UE que temos que admite que governos expropriem os refugiados. UE de hipócritas e desumanos
Enquanto a vaca dava leite, era festa todos os dias. Agora que a vaca lhes deu um coice, choram que a mama se acabou. E falam de hipocrisia…
Quando a vaca dava leite a mais, Bruxelas mandava deitar fora e nem tão pouco podia ser dado a instituições. Quando o pescador pescava peixe a mais, tinha o mesmo destino. As vinhas e olivais foram mandados arrancar e aliciavam os agricultores, dando-lhes dinheiro. Tudo isto, para quê? Para outros países venderem e venderem e nós íamos ficando sem pescas, sem agricultura sem nada. Toda esta bagunça foi feita no tempo de Cavaco que se esqueceu do que mandou fazer e agora, apelava à agricultura, como se as oliveiras e vinhas nascessem e produzissem de imediato. A vaca não deu nada e tanto assim é que temos uma dívida impagável e pagamos juros astronómicos. Apenas resta a esta União Europeia a hipocrisia, onde se passeiam tecnocratas, vazios de tudo, mas cheios de ignorância e mediocridade. Lamento, mas é esta, a realidade nua e crua.
Isto não aconteceria se o orçamento não tivesse que ser feito à pressa. Perguntem a Sua Excelência o Presidente da República a razão por que tal aconteceu
Assim vai o país, caminhando de errata em errata. Já há muito que o Estado é grande galinha dos ovos de ouro deste país – um catalisador de transferências de riqueza com sentido único: Banca.
Posso até ter uma noção completamente errada da coisa, mas penso que investir em Portugal passa sempre por um processo de transformação no qual o Estado é tal garantia fantástica. Garante os lucros e simultaneamente elimina os riscos.
Antes era a moda das PPP´s, agora é a moda da divida publica e da divida soberana.
Agora investir é também reunir clima politico favorável, para tal nada melhor que ideias de esquerda para fazer subir os juros e depois ideias de direita para garantir que tudo corre conforme o desejado e lá está, pelo meio deste processo andam os bancos e seus profundos conhecedores ganhando muito dinheiro. Mas é dinheiro que não é fruto de valor acrescentado nem tem origem em crescimento. Pelo contrario, é dinheiro que é retirado à riqueza do país por via de impostos, o que, no meu modesto entendimento, é um lucro obtido à custa do empobrecimento do país.
«Ahh, mas o país aplica os empréstimos em formas que se destinam a gerar riqueza suficiente para fazer face às suas despesas e simultaneamente pagar os empréstimos e os seus juros»
Não acredito que na actual conjuntura as politicas que a esquerda defende sejam as melhores para colocar o país em crescimento. Aumentar a despesa publica com custos de pessoal, quanto a mim, só vai aumentar as importações e agravar o desequilibro da balança comercial sem garantias de que esse desequilíbrio esteja a ser um investimento no crescimento das exportações.
Depois esquecem que restituir direitos adquiridos a uns, direitos esses que também são desigualdades de tratamento entre públicos e privados, é algo visto pelos privados como uma grande injustiça ou uma desconsideração que trás consigo um novo destino para os sacrifícios que são obrigados a continuar a fazer. Esse tipo de medidas diferenciadoras dividem a sociedade, criam conflitos, desmotivam e desanimam a população trabalhadora por conta de outrem, que é também a população produtora do país.
A questão que mais me tem importunado a consciência desde que este governo tomou posse é: Se é possível crescer, ainda que lentamente, com juros baixos, porque razão havemos de acreditar que conseguimos crescer mais e mais rápido pagando juros mais altos?