0 comentários em “Centeno de errata em errata”

  1. Com tantas “surpresas” deviam tentar outras abordagens:

    -Chamar um Físico para procurar Black holes.
    -Nomear meia dúzia de Rishis para o Ministério das Finanças.
    ou, mais baratinho:
    -Distribuir no Ministério… umas Tabuadas 😉

    (Rishis- Hinduism regards the Rishis as “seers”, “sages” or saints, who after intense meditation (Tapas) realized truths and eternal knowledge)

  2. E.. Quantas vezes a Maria Luís e Passos rectificaram? Que tal a errata de Passos, santinho, coitadinho que afirma que o BANIF dava lucro quando ele saiu do governo! Sejamos sérios, sempre, não só quando nos dá jeito, para com isso, tentar iludir, os pobres dos portugueses que se deixam enrolar.

      1. Gostou? Se gostou, continue a ver, eu dispenso. Prefiro ver a realidade actual e ver, até onde vai a hipocrisia, a cobardia e a mentira.

          1. Não se preocupe com as vírgulas que estão no lugar certo para que nada lhe fuja e deturpe a sua leitura. Preocupe-se com a realidade que tanto quer tapar, para mostrar as erratas dos outros. Quem nunca errou que atire a primeira pedra.

          2. Eu se fosse a si não estaria tão seguro. As vírgulas, quando são submetidas a uso excessivo, fogem quando menos se espera. Depois é quase impossível recuperá-las.

          3. Que fujam. As de Saramago fugiram sempre e mesmo sem elas foi prémio Nobel.

          4. “Quem nunca errou que atire a primeira pedra”
            Um argumento próprio do Sofismo, coisa que os políticos usam e abusam porque não basta dizer uma verdade para comprovar coisa nenhuma. Aqui, quase me apetece acrescentar que estamos a falar de um Partido político que já errou 3 vezes, não esquecendo que, presentemente, estamos a sofrer as consequências por termos ficado “de tanga”, graças às teorias socialistas.

            Não sou apoiante de nenhum Partido e, dizer que somos livres por viver em Democracia, na minha opinião, isto de escolher direita ou esquerda, é apenas para nos dar a perceção de que escolhemos alguma coisa, quando, na realidade, não escolhemos coisa nenhuma e, estamos a caminhar, rapidamente, para uma globalização que vai ser a machadada final, nas nossas liberdades individuais e, curiosamente, o Governo Global Totalitário para o qual caminhamos, será uma terrível mistura de Fascismo/Socialismo.

            Sabendo que, verdadeiramente, não escolho nada, vou optando pelo mal menor, nunca esquecendo que, qualquer Orçamento do Partido Socialista, terá como resultado o empobrecimento do país.
            Curiosamente, a esquerda, até acabará por ajudar o 1% que quer controlar o Mundo porque, isto de pensar no bem comum e ir sugando, quem pode ir mais longe ou fazer mais pelo país, é como uma corrida onde todos têm de chegar à meta ao mesmo tempo, nem que, para isso, seja preciso cortar as pernas aos que correm mais depressa mas, aqui, não me chegaria o espaço disponível para a quantidade de argumentos que lhe poderia dar.

            No entanto, posso deixar umas frases, sobre as quais, valerá a pena pensar:
            “Democracy is the road to socialism” – Karl Marx

            “Society´s needs come before the individual´s needs”- Adolf Hitler

            “If Socialists understood economics, they wouldn´t be Socialists”- Friedrich Von Hayek

            “Socialism is the philosophy of failure, the creed of ignorance and the gospel of envy” – Winston Churchill

            “The trouble with socialism is, sooner or later, you run out of other peoples´money” – Margaret Thatcher

            “It´s easier to fool people than to convence them, they have been fooled” – Mark Twain

            “The most dangerous man, to any government, is the man who is able to think things for himself… Almost inevitably, he comes to the conclusion that the government he lives under is dishonest, insane and intolerable” – Henry Louis Mencken

            Este meu comentário é feito no pressuposto que estou a escrever para alguém que preze as Liberdades Individuais e que, definitivamente, não escolha o Partido político “pelas migalhas que lhe dão ou, pior, por andar a comer da mesma gamela”

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