Cem palavras que odeio (55)


Pedro Correia,

“RESILIÊNCIA”

6 comentários em “Cem palavras que odeio (55)”

  1. Esta é boa. A capacidade de um elástico tornar ao estado de repouso depois de distendido. – Antigamente tinha um amigo que dizia amiúde: “uma homem não é de ferro; é de elástico…” – Ora bem! Agora também se aplica aos humanos que o não sejam como uma das competências a adquirir em cursozinhos de formação da treta. Por isso vamos de formar o pagode (de ‘pagar’ – os que pagam a crise, portanto) para o poder esticar sem que rebente.
    Grande palavra, esta.
    Cumpts.

      1. Eu também faço coro convosco, porque ” energia potencial acumulada por unidade de volume de uma substância elástica , quando deformada elasticamente “, parece-me uma figura ou uns figurões que têm que acabar, enquanto formos país.

  2. Esticar a corda, esticar, esticar e voltar ao estado normal como se nenhuma pressão se tivesse dado, num exercício de acomodação digno de lamentação. É o que esta palavra me faz lembrar.

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