Tenho a veleidade de pensar que sei reconhecer o amor verdadeiro quando o vejo. É claro que pode não passar de fantasia minha, mas há sinais que têm boa leitura. Talvez o principal seja a serenidade – não confundir com tédio. E este casal, quando aparecia junto, irradiava essa calma que o Chico Buarque cantou. A fantástica calma dos casais.
Elogio do amor
Teresa Ribeiro,

Um aplauso comovido. Nada mais a dizer.
Bonito.
Há sinais, sim.
Valeu a pena ler um amor assim.
É a prova de que embora raro existe mesmo, Cristina.
🙂 Lindo, Teresa.
Lindo mesmo!
Fiquei arrepiada, Teresa.
Também me arrepiei, Leonor. As paixões, por mais incendiárias que sejam, parecem-me sempre tão vulgares quando as comparo com estes amores para a vida.
É bom ter vivido um amor assim. Esteja onde estiver Dr. Saldanha Sanches, pode descansar em paz.
Verdade, Zeparafuso, ele mereceu.
Bonito sentir pela palavra um amor assim. 🙂