Um posicionamento impactante. Questão de plafonamento e de sustentabilidade. Não percebi nada do que acabei de escrever, mas isso também não interessa nada.
A Islândia devia de indemnizar a Europa pelos prejuízos causados… se tivessem um acidente com causas naturais que desse pelo nome de petróleo, reclamavam como seu. Pois as cinzas são também deles!
Sr. Pedro Correia Desculpe lá, mas essa não existe. O mais próximo que conheço é “externar”, que é o que estou agora a fazer no que concerne (gosta desta?) ao meu pasmo.
Então não existe? Já a li num jornal e já ouvi um tecnocrata de serviço pronunciá-la num debate televisivo. É o suficiente não só para a palavra existir como propagar-se como um vírus.
Partilho muitos dos seus ódios, Pedro; mas este não é um deles. Por um lado, é um termo técnico, o que o desculpa um pouco; por outro, pelo menos num dos dois sentidos que tem é preferível ao original inglês (outsource). Desde que não entre no vocabulário corrente parece-me uma palavra aceitável.
Palavra de economista.
Partilho a desagradabilidade…pensando nas externalidades (palavra próxima também em apreço) negativas e não só…
Um posicionamento impactante. Questão de plafonamento e de sustentabilidade. Não percebi nada do que acabei de escrever, mas isso também não interessa nada.
A Islândia devia de indemnizar a Europa pelos prejuízos causados… se tivessem um acidente com causas naturais que desse pelo nome de petróleo, reclamavam como seu. Pois as cinzas são também deles!
Este comentário não parece ter que ver com palavras odiosas. Não parece, mas tem afinal qualquer coisa: odeio «devia de»…
Sr. Pedro Correia
Desculpe lá, mas essa não existe. O mais próximo que conheço é “externar”, que é o que estou agora a fazer no que concerne (gosta desta?) ao meu pasmo.
Então não existe? Já a li num jornal e já ouvi um tecnocrata de serviço pronunciá-la num debate televisivo. É o suficiente não só para a palavra existir como propagar-se como um vírus.
Espero que seja ainda menos virulento do que o H1N1
Sabe-se lá. Tudo é possível.
Horrorosa.
🙂
Dá vómitos.
Externalizar, a palavra chave do PRACE. Odiosa.
Odiosa mesmo. Se eu tivesse licença de porte de arma, já a tinha abatido com dois tiros certeiros.
Partilho muitos dos seus ódios, Pedro; mas este não é um deles. Por um lado, é um termo técnico, o que o desculpa um pouco; por outro, pelo menos num dos dois sentidos que tem é preferível ao original inglês (outsource). Desde que não entre no vocabulário corrente parece-me uma palavra aceitável.
Respeito a sua opinião, Luís. Nem podia ser de outra forma.