Vladimir Putin é o maior aliado e amigo da NATO, que há poucos anos (dizia Macron) estaria «em morte cerebral».
Graças ao ditador russo, a Aliança Atlântica acolheu dois novos membros efectivos e continua a receber outros pedidos de adesão.
A Federação Russa passou a ter mais de 1.340 km do seu território vizinho da NATO, na Finlândia. E pôs fim à histórica neutralidade sueca, algo que parecia impensável em data muito recente.
Putin uniu o Ocidente como nunca havia sucedido desde os tempos áureos da Guerra Fria.
O Golias moscovita tem sido humilhado várias vezes no terreno militar pelo David ucraniano: derrotado na batalha pela conquista de Kiev, forçado a afastar-se de Carcóvia, praticamente neutralizado no Mar Negro, chegou a ver parte do território russo ocupado por forças de elite da Ucrânia.
Sem esquecer a coluna de blindados do grupo Wagner que rumou a Moscovo pronta a removê-lo do poder, o que o levaria dois meses depois a condenar à morte extrajudicial o antigo aliado Prigójin. Com a cobardia que o caracteriza e o mantém quase sempre enclausurado no búnquer moscovita, sem nunca visitar a linha da frente.
Isto quando já morreram meio milhão de soldados russos na agressão à Ucrânia. Cerca de 25 vezes mais do que morreram em nove anos de combates no Afeganistão – o Vietname soviético.








