“Claro que Marques Lopes não sabe distinguir uma notícia de uma locomotiva a vapor.” – Ana Sá Lopes, no i.
E, já agora, à volta da frase há um artigo de opinião que merece leitura.
“Claro que Marques Lopes não sabe distinguir uma notícia de uma locomotiva a vapor.” – Ana Sá Lopes, no i.
E, já agora, à volta da frase há um artigo de opinião que merece leitura.
Uma locomotiva ao espelho enche a moldura.
Tentei ler o artigo da ASL mas nem sequer entendi de que estava ela a falar. Fala de programas e de pessoas que eu não conheço, ou conheço tão mal que não dá para eu perceber o significado das frases dela.
A questão abordada por Pedro Marques Lopes relacionava-se com o facto de Feliciano Barreiras Duarte ter sido Secretário de Estado Adjunto de Relvas e estranhamente não terem, na altura, “notado” os tais acrescentos curriculares.
Além do mais um dos membros do júri, de mestrado, era próximo também de Miguel Relvas (Diogo Leite Campos, ex-vice-presidente do PSD -na qualidade de orientador).
Isto , associado à “Guerra Civil” que graça no PSD, legitima a suspeição de ter sido esta notícia ” plantada ” pelos correligionários de Relvas, mais a facção do PSD, derrotada por Rui Rio.
Outro facto interessante seria saber-se quem efectivamente financia o I e o Sol, dois jornais que ,se dependessem das receitas das vendas, deveriam estar falidos. – capitais angolanos próximos de Relvas?
Então e quem é que sustenta os outros que se dependessem das receitas das vendas estavam todos falidos? todos, exceptuando talvez o Correio da Manhã, o catecismo dos analfabetos, que enche a alma de milhões de portugueses de alegria todos os dias.
Tanta obcecação por Relvas. Afinal o que fez de mal ou de bem? Desconheço tal relevância que lhe atribuem.
Parece-me um comentário muito ácido. Passar assim um atestado de burrice a outrem também não abona em favor do emissor. Era mesmo de pôr a loiça na máquina.
O Marques Lopes é um mistério. Opina em vários meios de comunicação mas não tem nada para dizer
Um tremento fora-de-tópico, Diogo, para dizer que venho lendo ‘Patria’, do Aramburu (‘venho lendo’ porque é algo extenso e o intercalo com outras leituras) e te agradeço o teres-me apresentado o nome. O livro confirma tudo o que já adivinhava após o que vi—e, de certa forma, senti—após a minha passagem pelo País Basco no início dos anos 80. Abraço
Não tens de agradecer, Bandeira. Fico feliz por saber que está a valer a pena. Escrevi aqui no DO umas linhas sobre o “Patria” (http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/p atria-de-violencia-e-odio-8843771) e tenho um ensaio no prelo sobre o livro – em boa verdade, sobre o papel da literatura no combate ao terrorismo.
Se, no final, gostares do “Patria”, ouso recomendar-te o “Los Peces de la Amargura”, também do Aramburu – mais ligeiro no peso, mas não no conteúdo. Abraço grande e boas leituras