“A fama tira mais do que dá”


Pedro Correia,

 

A isto chamo eu uma excelente entrevista. Muito melhor do que aquelas que costumamos ver nos canais generalistas ou informativos da televisão.

Rui Unas está em grande forma neste seu programa difundido no youtube. E Rui Veloso é… Rui Veloso.

O resultado deste encontro é um conversa longa, mas estimulante. E que, apesar de alguns excessos de linguagem que poderão não agradar a todos, recomendo vivamente.

Deu para falar de muitas coisas sérias, embora nenhum dos participantes se leve demasiado a sério, o que é ainda mais de saudar.

Aposto que gostarão tanto como eu gostei.

24 comentários em ““A fama tira mais do que dá””

  1. “Deu para falar de muitas coisas sérias, embora nenhum dos participantes se leve demasiado a sério, o que é ainda mais de saudar.”
    Só isto justifica ver tudo.

  2. Sou fã (e consumidora) do Maluco Beleza. O Unas faz um óptimo trabalho.
    Na minha opinião, quem gosta e consume deveria ser “patrono”, ou pagar, de alguma forma, o serviço que usufrui. Há custos a suportar para se manter este programa.
    Pagamos tanto pela televisão, com tantos canais que nem sabemos que existem, é quase um dever moral apoiar estas iniciativas.

    Escrevi sobre isso há uns tempos:
    http://insensatez.blogs.sapo.pt/a-televisao-e-o-maluco-beleza-181622

    1. Na minha opinião, quem gosta e consome deveria ser “patrono”, ou pagar, de alguma forma

      Tem você muitíssima razão. Cá na Europa estamos habituados a ter as coisas de borla (ou a pagar por tudo num pacote através dos impostos) mas, nos EUA, é normal e expectável que as pessoas que gostam de um determinado programa ou conteúdo enviem um chequezinho do seu bolso para contribuir para pagar e sustentar esse conteúdo.

      Eu quando ouvia a National Public Radio nos EUA tinha que, regularmente, ouvir as campanhas de angariação de fundos que eles faziam a pedir que os ouvintes lhes enviassem contribuições financeiras para a sustentar. E quando ia, por exemplo, ver uma peça de teatro, lá me entregavam um envelope a pedir uma contribuição – tão generosa quanto o gosto e o bolso do espetador – para sustentar a companhia teatral.

      Bons hábitos americanos que na Europa não há.

        1. Quem escreveu fui eu (Luís Lavoura).
          Saiu como anónimo porque, não sei por que motivo, o meu nome deixou de estar automaticamente registado.

          1. Já se lembrou de registar comercialmente o seu nome? Lavoura é mais que um apelido: tornou-se uma marca opinativa. Quase ao nível de um Sapo.
            Não o deixe ser usurpado por “homónimos” que andam aí a espalhá-lo, tipo ‘franchising’, nas caixas de comentários dos mais diversos blogues.

          2. Não vou registar comercialmente um nome que não é somente meu. Sei de fonte segura que há pelo menos mais um Luís Manuel Lavoura em Portugal. E no Brasil deve haver bastantes Luíses Lavoura (quanto mais não seja porque boa parte dos meus muitos tios-avós emigraram para lá e por lá ficaram).

            Mas se quiser um dia destes passo a assinar com o apelido da minha mãe, o qual é bem mais raro que Lavoura.

  3. Rui Veloso é… Rui Veloso

    Bem, o Rui Veloso que aparece neste vídeo é um Rui Veloso bastante envelhecido.

    Não há um único Rui Veloso, porque Rui Veloso, tal como todos os restantes seres humanos, muda – tanto de corpo como de espírito – com a idade.

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