Começar bem o dia com uma carinha laroca, apesar de um dos seus filmes ser ” Bom dia Tristeza”. Contradições da vida, numa manhã de sexta-feira. Mas….vista lavada. Bom dia!!!!! Responder
Sem dúvida. A cena de Jean Seberg e Belmondo a deambularem nos Campos Elísios é uma das mais memoráveis de sempre na Sétima Arte. Responder
Considero inesquecível o seu desempenho com Joana d’Arc. Lamento que também ela não tenha suportado as dores de viver. Responder
Teve um percurso trágico, como tantas outras figuras do cinema. Tão bela, tão dramaticamente bela. Responder
Com a autoridade de um blogue godardiano, só lamento que não tenha sido utilizada uma foto com o corte de cabelo do “À bout de souffle”. Responder
Lamento, meu prezado amigo. Desta vez optei por uma Jean Seberg um pouco mais ‘madura’. Mas hei-de redimir-me muito em breve. On vera. Responder
Começar bem o dia com uma carinha laroca, apesar de um dos seus filmes ser ” Bom dia Tristeza”. Contradições da vida, numa manhã de sexta-feira. Mas….vista lavada. Bom dia!!!!!
Meu caro, “à Bout de Souffle” é “O” filme. Inesquecivel, a parelha com Belmondo!
Sem dúvida. A cena de Jean Seberg e Belmondo a deambularem nos Campos Elísios é uma das mais memoráveis de sempre na Sétima Arte.
Linda. Protagonista de ‘Lilith’ (Robert Rossen, 1964). Um dos filmes da minha vida.
Considero inesquecível o seu desempenho com Joana d’Arc.
Lamento que também ela não tenha suportado as dores de viver.
Teve um percurso trágico, como tantas outras figuras do cinema. Tão bela, tão dramaticamente bela.
Com a autoridade de um blogue godardiano, só lamento que não tenha sido utilizada uma foto com o corte de cabelo do “À bout de souffle”.
Lamento, meu prezado amigo. Desta vez optei por uma Jean Seberg um pouco mais ‘madura’. Mas hei-de redimir-me muito em breve. On vera.