Mais trinta cidades que jamais esquecerei (XX)


Pedro Correia,

MACAU

“Só em Macau é possível viver a sensação indescritível que permite estar, num momento, no templo chinês de Lin Fong e, dez minutos depois, no Teatro D. Pedro V, de traça genuinamente europeia. Todos os contrastes de Macau se diluem harmoniosamente na suavidade local, num todo gerador de uma unidade cultural peculiar, que é única.” (Austin Coates)

9 comentários em “Mais trinta cidades que jamais esquecerei (XX)”

  1. Aqui em Lisboa também é possível estar num momento em frente a um templo hindu e, cinco minutos (a pé) depois, em frente à igreja do Paço do Lumiar. E também é possível estar num momento em frente a uma mesquita e, três minutos depois, perante a Fundação Calouste Gulbenkian, de traça genuinamente europeia.

      1. Sabias que a Fundação Calouste Gulbenkian é «de traça genuinamente europeia»? Nem uma pedacinho de traça arménia? Não há qualquer respeito pelo mecenas Calouste Sarkis Gulbenkian?

  2. Há quantos anos já não vem a Macau, Pedro?
    Vai apanhar um choque.
    Com os mamarrachos cheios de luzes e com os morcões que para aqui andam aos milhões.
    Sem exagero.
    Estão a vender Macau aos bárbaros, Pedro.
    É uma pena.

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