A minha memória é caprichosa, não se deixa enganar ou seduzir pelas minhas instruções. Guarda o que lhe apetece, algumas vezes em segredo, muitas vezes contra a minha vontade. É ela, não eu, que escolhe o que me faz regressar ao ouvir o primeiro acorde ou ao ver primeira imagem. Esta é uma série que lhe é dedicada. Não à minha memória, que não merece, mas ao sítio para onde regresso quando lhe obedeço.

Ah, como eu gostava disto! O que eu me ri com o Sam & companhia!
Eu queria ser grande, crescer depressa, para poder passar as noites no Cheers. Claro, percebi mais tarde, que passar as noites ali, como eles passavam ali, seria algo de muito triste 🙂
Adolfo, eu sou apenas um sucedâneo de um rascunho (ver post anterior) mas tenho que te dizer: tu escreves tão bem. Irra! beijos
Para esta é que eu não estava preparado, oh Patrícia! Ser escritor, falta-me sobretudo imaginação, é a minha ambição adiada. Todos temos as nossas, há quem sonhe com a reforma para ler, eu sonho com ela para escrever.
Bjs (ainda estou banzado com isto, vindo de ti, ah pois estou).
Banzado o quê? Tu escreves muito bem e não esperes pela reforma. O melhor é falarmos um dia e eu explico-te a minha vidinha dita literária e vais ver. Beijos
Julgas que eu não tentei já? 🙂
Falta-me imaginação, acho. Para além de tudo o resto que viria com a persistência e que não tenho ainda. Mas foi muito bom ouvir isto de ti. Nunca me tinham dito isso, nesse sentido pelo menos!
bjs e quero saber dessa vida.