Os pândegos queriam “ocupar tudo”, começando por ocupar esta parede da Avenida das Forças Armadas, em Lisboa. Tiveram azar: dois dias depois de ter aqui publicado a fotografia, integrada na série ‘Política na parede’, certamente por coincidência alguém se encarregou de limpar o muro, devolvido ao seu estado pré-revolucionário. As “forças reaccionárias”, munidas de um eficaz detergente, desta vez levaram a melhor. Mas espero que os amigos do Renato Teixeira não desistam: enquanto houver uma parede em branco, a revolução continua.


O Sindicato das Tintas e das Trinchas vem por este meio mostrar total solidariedade com os dois lados.
Da luta e da parede.
Suspeito que esse sindicato é dos que gostam de ser encostados à parede.
Olha, afinal o pedrinho gostava era de ser mais um censorzinho.
Olha os “verdadeiros socialistas” afinal começam por privatizar…. as paredes.